sexta-feira, dezembro 27, 2013

Decidi escrever
uma carta aberta
Será que devo acreditar
que o amor é para sempre
E que isto não passa de uma ilusão
em meu coração
Porque tu estas presente
desde então
A coisa que mais odeio no mundo
é hipocrisia que existe assim
Vivo num livro de esquecimentos
de olhos inchados
Que me magoam a alma
Manhã de sono
depois do frio
Engordo
passo o natal
E as lembranças
com a tristeza sonho
A solidão insiste
amo-te
Do fundo do coração

Amor doce
de qualquer jeito
Fome simples de existir
será só jogo
Falar de ti
dizem que gostar
Não é amar
e amar
Não é gostar
porém vivo uma verdadeira história
De amor
com ou sem ti
O amor é doce
Uma alma
um coração
E um turbilhão de sentimentos
mais não te digo
Dou-te a minha mão quente
e digo-te
Vem dormir comigo
na mesma cama
Apenas desejas
minhas palavras doces
E ausentes
dizes que te sabem a cerveja
Eu como-as como pão quente
uma alma
Num coração
é como um turbilhão
De paixões ardentes
sabes vou para sempre
Gostar de ti

Vem deixa-me
cheirar-te
Mal posso tocar-te
quando me dizes tudo
Espera!
quero estar contigo
Não só nos meus poemas
à noite
Sim é contigo que quero estar
na minha cama
Vem deixa-me 
cheirar-te
Mais uma vez
Todo o meu amor
é um poema infinito
Que fale de um coração vadio
e vagabundo
Vi-te
sem nome
Esperei-te
perdi qualidades
Disse-te tudo
vejo o teu fogo
Dentro e fora de mim
a subir-me pelas mãos
A queimarem-me o rabo
se eu te dissesse a verdade
Não te tinhas casado
por isso menti-te
E agora nada faço
para além de dizer tudo
Sem teu nome fico
Não acredito nas pessoas
muito menos nas palavras
Estas usam as à toa
e as vezes não tem significado
É sempre bom saber
que gosto de ti
De verdade
e não de mentira
Amo-te
sim mais do que tudo
A motivação
o desejo
A curiosidade
procurar-te de novo
Posso até te amar
e tu não me quereres ver
Eu apenas quero enterrar o passado
amo-te
Mais do que o presente
passado
Ou futuro
porque me amo a mim mesmo
Estou em conflitos
diz-me quantas horas tenho para te ver
Pois não sei  que fazer
descobri que a verdade
Nos obriga enlouquecer
a devorar palavras
Escrevo sem qualidade de estudo

Pois amo tanta gente
de fantasia
Meu coração grita
amas-me de verdade
Só te quero a ti
sinto o ar pesado
Posso até te escrever
e dizer-te enganos
Nas tuas pernas ando
mas sinto-me enganada
Estarei enganada
não és feliz
Pois o amor traz conotação

E tu amas-me a mim
será tudo loucura
Mal posso esperar
o meu telefone toca
Até já
Já passa das onze
o meu coração salta
Descobri que o teu coração
não tem qualidade
Pois ama tanta gente

Será este amor da treta
para para golpear as tuas asas
Calcula o resto
bonito quando não te vejo
Salta esta trajectória
deste amor de agora
Escuto as palavras certas
deste amor da treta


Palavras inventadas
meu destino me entristece
Andas sempre a tramar algo
lembro-me da falta de qualidade
Enquanto te falo
e escrevo
O que queres ouvir
será o que sentes na mesma?
Apesar de tudo
tu que me observas
O destino nos separa
palavras inventadas
Por mim

quinta-feira, dezembro 26, 2013

Vou deixar de olhar
procurar teu carro novo
Olhar sem disfarçar
e trocar cartas de amor
Se possível
diria-te que sou oposto de tudo
Tu que te foste embora
sem nunca te despedires
De mim
talvez até sejas uma palavra inventada
Meu destino me entristece
dentro e fora do meu corpo
Um dia ainda te vais lembrar de mim
como sempre fizeste
Pois tu adoras-me
mas desististe
Vou deixar de te olhar

Amor novo
veio
Tirou-te da minha vida
como um sopro novo
Imaginei-te na minha vida
mas o destino foi diferente
Depois das palavras frias
mal me levanto
Observo-te e ouso o movimento
sorrindo
E comendo
a ti não te vejo
Amor novo
em tua vida
Casamento
vais sumindo
Enquanto sorris
eu mal me levanto
Vou te deixar ir
sem nunca te dar um beijo
O amor acontece
quando se menos se espera
É cego
sabes o primeiro amor
É para toda a vida
fica no coração
Hoje uma história de amor
amanhã um mistério
Amor verdadeiro permanece
mesmo longe
Tu tens razão
não me pertences
Mas o que sinto
sinto
Teu sorriso já não é o mesmo
pesa esta amizade
Em teus braços
no meu corpo de mulher
É casual
cadê todo o mundo
Que me conhece
Do outro da rua
pois é
Fica o medo de te ver
acho um absurdo
Dar-te de comer
hoje fico sorrindo
Será que me beijas?
Eu sinto
o que não posso sentir
No meio de ti
de te querer
Eu sinto-me viva
mas com falta de abraços
Medo de descobrirem
que te amo
Mas tu não me amas a mim
sinto que te adoro
Sinto que poderia ter dito
quando me perguntaste
Se concordaria
contigo
Não gosto de mudanças
súbitas
Apenas gosto de ti



Vi corações solitários
parei no tempo
Porque estava errada
com a mesma cara
NÃO HÁ MASCARAS
apenas visões
Não há vida
apenas corações
Vi corações solitários
partidos
Meu corpo
é teu
Necessidade de te querer
ó meu deus
Saudade
vontade muita
No meio de ti
juntei-me  a festa
Esqueci-me de mim
pois todas as minhas palavras fugiram assim

Gosto da chuva molhada
em meu rosto fino
Palavras
e mais palavras
Delírios
despidas pelo teu corpo de menino/a
A solidão não é ruim
apenas não dispensa carinhos
Não cobra presenças
talvez apenas precise de enganos
Sono, cadê?
nesta confusão de ideias
Sinto o calor
em meus dedos de mulher
De volta rotina
vejo-te feliz
Casado/a
a vida é  o que é
Uma treta


Fome, fome
até tenho de ti
Sinto falta dos teus abraços
Das tuas palavras esquisitas
do teu sentido alterado
De dizer que gosto de ti
com pré-aviso
O tempo não morre
e a gente não almoça
Meu coração grita
chama por ti
Desculpa esta paixão doentia
gosto de acordar firme
Fome, até tenho
fome de ti


quarta-feira, dezembro 25, 2013

O que eu quiser
a verdade do amor
Talvez por ser quem é
não morri
Apenas matas-te meus sonhos
durante a noite
Na minha cama caí impiedosamente assim
meu amor se foi
Partes de uma vida
que termina
Serei sempre a mesma menina
que te amou um dia
Tanta coisa guardada
fome, fome até tenho
Do teu carinho por mim


Um dia sonhei contigo
e nunca mais te quis
Eu sou assim
meia virada do avesso
Com pelo na venta
tive sempre tudo o que quis
Se eu te contasse a verdade
será que me querias conhecer?
Ainda que fico sem palavras
para te ver

Imagino-te ao pé de mim
e conto-te tudo assim
Eu queria que fizemos as pazes
e não me chamasses de demente
Um dia mataste meu coração nos meus livros para sempre
um dia me apaixonei por ti
Até podes ser pobre




Eu te amo
porque te quero na realidade
Mais do qualquer novidade
mais do que o mundo
Por isso escrevo o que vou sentindo

Se eu dissesse que era mentira
nem eu própria sabia
Como te adoro
de verdade
Eu te amo
Sabes porque te adoro?
porque gosto de ti
Estado de alma
teu olhar
Sorriso
que eu abraço
Tudo arde dentro de mim
sensação doce
Amarga
do teu beijo
Talvez inspiração eu abrace
teu perfume cheira jasmim
Porque tu és um pedaço de mim



Sempre me senti bem
não gosto é da rotina
Que me pesa todos os dias
preciso de tempo
Mas não preciso de dinheiro
mesmo sendo um acidente
Em teu corpo
bebo champanhe
Sempre me senti bem
Retomo meu caminho
porque novos surgiram
Sou ancora em tua vida
pois fico parada no mesmo sitio
Neste ultimo ano salta-me a memória
ter-te conhecido
Hoje sei que casaste
com o amor da tua vida
A tua mensagem nada dizia
se não era para escrever
Passei a tua amiga
um feliz natal
Para ti 
e para toda a tua família

terça-feira, dezembro 24, 2013

Retomar é difícil
penoso
mas nada é impossível
Nem mesmo este amor
ventoso
Não quero ser árvore
apenas quero criar raízes de verdade
neste meu corpo de mulher




Fujo da felicidade
do que foges tu?
Das memórias
da tua vida
No fundo tenho medo
de não te voltar a ver
Medo de pensar
de escrever
Medo do teu corpo
e do meu de ser mulher
Dizem-me que as palavras são sempre as mesmas

Um dia faço-te uma espera
apanho-te
Roubo-te um beijo doce
estarei em pânico
Doente de amor
talvez por ser inverno
Afinal mentiste-me de novo
o amor uma merda

Tenho saudades
ciúmes
Nem imaginas
que os tenho
Quando fecho a porta a tua procura

É natal
dos ecos do silencio
Que se ecoam pelas ruas
depreende-se a falta de dinheiro
E de amor
num estado de loucura
Que nos embala os passos
imagino presentes
E cabazes
não te atrases
Do fundo do coração
um postal vai a caminho
Com paz, amor 
amizade e carinho
Um pouco de amor
mas não um amor doentio
Simplesmente é Natal
não leves a mal
Parabéns nesta data querida
24 de Dezembro é um dia
Que se lembra toda uma vida





Deixa-me ver sem vergonha
ignoro o que sinto
Quando estou junta a ti
ninguém trai sem querer
Deixa-me ver
um dia enjoamos
Até lá sê revolucionário
preciso que me salves dos fantasmas
É natal 
não leves a mal estes meus poemas


Esfrego a felicidade na cara dos outros
da piedade
Ao escárnio
sou outra
Ao mau dizer
o meu amor sofre se não te ver
Ninguém me atura
neste meu querer
Deixa-me ver-te


Parva ando
pois esfrego felicidade
Quando te vejo ao pé de mim
feliz natal
Tudo de bom para ti
As vezes finjo que te amo
e no entanto adoro-te
Será que só egoísta
sem querer
Gosto muito de ti
de quando mandas mensagem assim

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Sabes, o que quero?
silencio
E não meias palavras
Basta
um telefonema
Uma mensagem abreviada
para me embalar
Nessa tua boca gelada
sendo eu uma vagabunda
E fugitiva
caio à tua porta de seguida
Sabes, o que eu quero?
beber esse teu corpo
E sentir o desejo
circular pelo mundo doentio
E ser amado por ti um dia
saudades até tenho
Mas não só de ti
o que é estranho
Sabes, o que quero?

Preciso de saber de ti
não aguento mais
Não sei por onde andas
doí-me o corpo
Sinto-me de pantanas
estranho falar disto
Ligas-me
e eu mando-te mensagem nova
Desculpa o tédio
preciso de saber
Novidades do mundo
saber quem me ama
Muitas vezes falas
de um amor platónico
Vá muda o disco
cada um na sua vida
Para de resistir
moribundo/a
Um dia apago-te
e escrevo-te de novo
Já parti a cara
te amei
E fui amada pelo povo
muitas vezes falas
Que te faço alergia no corpo

O meu amor é estranho
uma maquina avariada
Tão depressa foge de ti
como quer tudo
E as vezes não quer nada
eu te encosto à parede marcada
O meu amor não quer sexo
apenas carinhos
Amizade
e vinho
O meu amor é estranho
pois procura-te na minha cama
Na minha almofada
e tu no entanto matas-me
Com estas palavras amargas
com falta de uso
Os amigos não são amantes
apenas são feitos de amizade
E palavras com magia
são de carne e osso
De vagas companhias
tu e eu somos feitos de escrita
Não ligues ao meu estado
tudo hoje me agonia
O meu amor é estranho


Que amor é este
que me esgota o corpo
Usa armadura
no meu coração assim
Talvez trauma
em eu te amar assim
Que amor é este
Olá, se tenho saudades de te ver
sim muitas
Embora tenhas dito que sou bipolar
esquizofrenia
E demente
e eu apenas sou diferente
De tanta gente
que passa por mim
Sem excessos
ou contradições
Peço desculpa
pois não gosto de rotinas
Nem de ilusões

Não sei o que é o amor
é um perigo biológico
Uma explosão iminente
sinto dores ao libertar a minha mente
Para mim é um nado-morto
ficas contente?
Olá, já tenho saudades de te ver
de sentir ao pé de mim
Mas ainda não sei o que é o amor

Foste-me
leve e fácil
De conhecer
já pensei em te esquecer
Dizes que não sei viver
como posso gostar de ti
Preliminares
de um amor antigo
Foste leve
e fácil
Poderia ser segredo
ou apenas falta de sorte
Guardar este amor longe de ti
é louco como os poemas que te escrevi
Só tu sabes o quanto gosto de ti

domingo, dezembro 22, 2013

O meu amor morre
eu poderia ser tudo
E no entanto não sou nada
apenas uma fraca palavra
Que faz sonhar meio mundo
Eu não quero ultrapassar o limite
do teu corpo
Das tuas palavras amargas
deste meu amor
Sem te ver
quando te olho demasiado
Meu corpo fica fechado
e meu olhar morre outra vez
Eu poderia ser tudo
e no entanto não sou nada
Apenas escrevo que gosto de ti de verdade
gostei de te conhecer
Deixa-me não te esquecer
as vezes fico parada
A tua frente
sem me mexer
Rastejo com palavras
que te fazem sonhar
Que dizem que te amo
não quero que fiques com medo
Será que um dia ainda me amas?
mesmo assim não te esqueço
Amo-te pelo cheiro
pelo mistério
Pela maneira com piscas os olhos
pelo teu corpo gelado
Pela maneira como falas
sinto fragilidade
Impossível não gostar de ti
mesmo não te conhecendo
Eu te amo
feliz aniversário
Espero que sejas feliz

Fico com sentimento
dentro do meu coração
Nunca te vi dormi
Meu bem
Mas gostei de te conhecer
penso em ti
Mesmo quando estou sozinha
quando apareces na rua
Amo-te pelo cheiro a maresia
pelo mistério
Pela maneira como me olhas
fico com sentimento
Preso dentro do meu coração
talvez ilusão
Querer-te comigo
se te pedisse um beijo
Beijavas-me?



Posso até te conhecer
mas meu sonho ensina-me a envelhecer
Quando me lembro de ti
sempre a sorrir
Agora vejo que estas feliz
pois sempre quiseste isso
Fico com o meu sentimento
neste meu novo livro
Posso até esquecer
o ter-te querido
Que sejas muito feliz
dentro ou fora da minha vida
É o que te desejo

Recordo teu corpo
no teu sofá
Retida de emoção
mostra-me os teus escritos
Que guardas no teu coração
sinto falta de ti
De te ver sorrir
posso até não gostar de ti
Mas estas sempre em meus sonhos

Corro atrás da tua vida
viajo
Uma das minhas paixões antigas
calada até estou
Apenas quero namorar contigo
escrever
Gosto do silencio devastador
do teu corpo
Enfim, sê bem-vindo/a
ao meu blog
Sou sempre a mesma
como
Durmo
faço poemas
Limpo
e escrevo
Com clareza
a vida é um sonho
Teu na mesma



Morrerias de novo
sem motivo
Mas que a dor me devore
neste meu novo livro
Estou perdida
dentro e fora do teu corpo
De menino/a
deixa-me ser feliz
Eu te amo
são tantas as palavras
Apesar do silencio da noite
sonho talvez por ser mulher
Quem bebe orvalho
bebe
Ensopa pela calada
até deixar de ser mulher
Eu te amo
até mete medo
Longe da minha fonte
deveria ir
Mas não vou
só porque queres
Se eu morrer amanhã
deixo de te ver
Eu te amo

sábado, dezembro 21, 2013

Talvez seja falsa
tomarei banhos de mar
Trabalharei
será que existe alguém que me queira
Com quem eu possa namorar
de verdade
Sinto pouco a vontade
quando te digo te amo
Já que a loucura fica para trás
se alguém me ofender
Eu não serei mais a mesma
vou-me embora de vez
Aqui não sou feliz
se pensas em mim
Diz-me agora
o teu amor uma mentira
Falsa
que ninguém vê
Ou é feliz
se isto é um trabalho
Por favor não me ames mais
não quero que te dispas
Como um prostituto/a
fujo pela noite
E sinto-me longe
cheia de mentira
Em busca de aventura
será que algum dia serei feliz
Em te dizer que te amo

Quero amores inventados
Perdoar esses teu defeitos
quando tudo acabar
Vou pensar em ti de novo
com alma
E chama
vou chamar por ti
Com amor de verdade
quero-te na minha cama
Com sensação fugaz
quero-te com desejo
Que vida trás
pois quero a sensibilidade
Já que o resto é loucura
quero um amor inventado
Que não pese
e não traga cruz


Lutar 
sofrer ruptura assim
Voar 
é impossível
Tocar
sentir-te
Virar o mundo do avesso
romper 
Com teu amor
e tocar no chão
E ser feliz

Aproveitando o desejo de sonhar
beijo-te
Como um copo de vinho
doce
Mais um sonho impossível
de lutar
Quando é fácil de ceder
vencer
Lutar
aproveitando o Natal te digo
Posso te amar
mas o que queres tu?
Que tudo não passe de sonhos malucos

Encontrei-te
entre os meus dedos
E medos
falei-te de coisas loucas
Meu presente
ficou retido no passado
Posso até te amar
não quero fantasmas
Apenas te quero a ti
encontrei-te
A minha frente
e perdi-te no mesmo ano
Como queiras
o amor
Tudo sacrifica
para que sejas feliz
Se assim o queres
posso te amar
Melhor do que muitas/os
melhor guardo para o fim
Apenas peço-te que sejas forte

Todos os dias
escrevo sobre o amor
Vagabundo
sabendo teu nome
Pintado
marcado 
Pela saudade
do desejo
Envelhecido pela dor
luxúria
Talvez
escrevo coisas bonitas
Para te fazer crer
que o Mundo é como a gente quer
Talvez por ser diferente
entre a luz e as sombras
Falo de ti mesmo
obrigado/a
Por existires todos os dias
Enquanto invento 
sentimento novo
Tua paixão ilumina-me de novo
talvez loucura minha
Querer dormi contigo
outra vez
Nesta tua rotina
quero beijos roubados
Amores inventados
romances encantados
Quero-te na minha cama
de segunda a domingo
Com liberdade
momento
Distante
ponho os olhos em ti
Ausente
deste amor
Digo-te tudo
nesta tua rotina
Quero teu amor
tua alma ao pé de mim
Meu mundo colorido
te conhece de cor
No meu mundo preciso de te mostrar
como é bom ter teu amor doentio
Um dia arranco-o a força
essa tua rotina
Desejo te beijar mais depressa que imaginas
mais do que possas sentir
Meu mundo é colorido
sem ti
Nas profundezas da solidão
trabalho
Nesta vida de ilusão
mostrei-te meu coração
Ensinei-te tudo sobre o amor
odeio quando dizes
Que te faço alergia
será que não me amas?
Estou feliz
fica comigo
Namora comigo
casa-te comigo
Porque sou teu abrigo
e espero o tempo que for preciso
Pode ser hoje
ou simplesmente o amanhã
Estou feliz

sexta-feira, dezembro 20, 2013

Na inercia
da tristeza
E do fracasso
odeio que me magoes
Com este sentimento ultrapassado
hoje estou sozinha
Porque quero

Eu me apaixonei por ti
um instante
Na incerteza
lembro do teu rosto o dia inteiro
Me enches de desejo
e te roubo um beijo
Agora não!
só quando tiver teu coração
Na inercia da certeza
gostei de te conhecer

Se isto é amor
não sei
Só sei que magoa todos os dias
Sabes apaixonei-me
por essa tua boca fofa
Que me enjoa
e me agonia


A verdade porque sonho
talvez sentimentos íntimos
De uma menina
Abro os olhos 
e vejo lentamente
Porque tu não me saís da mente
vejo o teu rosto
Neste meu silencio
penso em ti
Em todos os momentos da vida assim
talvez tormento
Não estar contigo
uma única vez só
Hoje lembrei-me de ti
várias vezes ao dia
Do teu carinho
da nossa fantasia
Momentos que deixam saudade
em meu corpo de menina
Sabes quero voltar a sorrir
tens duvidas? 
Hoje lembrei-me de ti
É difícil explicar
meu amor assim
Difícil de sentir
que sou doída por ti
É avassalador
tudo se sente
Quando a mente não mente
pois reflecte-se em teu sorriso de novo
Oh , meu amor
és maravilhoso/a
Neste meu sentimento intimo
quase cor de rosa
Será que recuperas a tua alta estima
é difícil não falar
Quando não me ligas a mínima

quinta-feira, dezembro 19, 2013

Será que ainda me amas?
pois a indiferença chega perto
A tristeza me agonia
sussurro raiva junta
Para eliminar teus sonhos um dia
é difícil explicar
Este meu amo ao certo
Agora não te procuro
e no entanto sinto-me confusa
Quando nos vemos
tu ficas distante
Eu apenas diferente
não sei o que pensar
E o que agir
só sei que gosto de ti
E tu me foges sempre

Por fora estou sorrindo
e por dentro queimando
E sofrendo por este amor louco
sabes perdi-te
Quando me disseste que não me amavas a mim
apenas um princesa de cavalo branco
Faz um ano que me ignoraste
que me deixaste confusa
Quando riste sozinho/a
na tua sala escura
Cada dia, que passou
inventava uma maneira de te ver
Encantada estava
pelo teu sorriso do povo
Pelo meu amor

Meus sentimentos ficam expostos
não te vou dizer até quando
Pois a loucura não me permite
esta inversão de mim
Gosto de chocolate quente
e amargo
E de lamber tua boca assim
que sabe a gelado de coco
Será que te lembras de mim?
meus sentimentos ficam expostos
Quando te falo

Nunca fui violada
a não ser pelas palavras
Dentro e fora de ti
tentei acaba-las
Melhor que sobe
e no entanto tropecei neste teu amor assim
Talvez até tu dês cabo de mim

Por fim mudança de ar
fase moribunda
Não existe nesta republica
é pá apenas o que vês
São poesias antigas


É cliché
falarmos disto
Mudamos de assunto
eu não resisto
A saltos altos
meu blog foi criado
Para algum parvo/a
só pode
Pois dura há quase uma vida
escrevo neste 365 dias por anos
Outras vezes digo que é porcaria
será que me engano?
É cliché
falar disto
A ti e a meio mundo

Acredito em compromissos
pirlimpim-pim
Eu quero apenas a tua cama
e tu queres-me a mim?
Por outras letras
palavras
O que pensas tu assim?

Minha alma inquieta
sem mais
Sou confusa
estranha
Por vezes brega
inteligente
Poeta
filosofa
Eu me devoro
sem mais
Ainda perguntar
ser feliz
Não tenho resposta

Serei diferente
acostumada ao que possas pensar de mim
Não entendo esta pressa
eu queria ter uma conversa simples
E no entanto
tive algo de ti
Que não presta
tens alergia de mim
Fico-te olhando
sem memória
Sem te falar vários dias
só me apetece sumir
Serei eu diferente

quarta-feira, dezembro 18, 2013

Há muito que deveria ter feito
e não fiz
Por respeito a ti
orgulho-me de quem sou
Ignoro as evidências
falo-te de um amor idiota
Assustador
um dia digo tudo ao mundo
E fecho a porta
meu amor é uma treta
Porque não tem fim
De todos os momentos
da minha felicidade
Não posso ser
uma versão educada
Disfarçada
tenho fugir
E esquecer
sim, porque de mim terás tudo
Mesmo sem me veres
porquê não sei
Será que sem mim,
serás FELIZ?
Vou ver
Abdico de tentar
perceber o mundo
De verdade
de todos os momentos
Que possa vir a ter
a teu lado
Sou como uma velha fantasia
a teu eu ver
Abdico do que não posso ter
sou estúpida bem sei
Mas quero é viver
para além da teimosia
De te querer
sou menina
Mulher
perdoa-me
Mas só te quero ver feliz
Hoje, apetece-me um café
não sei para onde vou
Mas ainda me lembro de ti
sinto o teu cheiro no meu corpo assim
Não sei como explicar
não sei sentir
Nestas minhas memórias vazias
não encontro as palavras certas
As simpáticas
para descrever o que sinto
Bom dia, a ti
e a todo o MUNDO
Sabes, acho que te amo

Amor doce
enjoativo
De pequena mas vivido
80049 falam disto
Ou apenas lêem
primeiro blog virtual
É do género falar de aventura real
talvez fantasia ao mesmo tempo
O amor está de um jeito simples
que até doí no pensamento
O amor é um jogo crucial
e não é doce em todos os momentos
Por vezes até enjoa




Olhos soltos
querem-se lúcidos
Sê humilde
na terceira noite
Algures debaixo da tua cama
ouvem barulhos
Podemos recordar
com ternura todos os teus enganos

Isto fica ligado
sinto falta de ti
Nesta oficina
manual do mundo acabado
Procedimentos
acolhimento
Quem tu pensas que és
tubarão
Eu sou apenas mulher
deseja de disparates
Gostei de te conhecer
Oficina da alma
e do corpo
Despejo minha mente
neste meu blog
As vezes dizes que nada sabe
ou sabe a pouco

terça-feira, dezembro 17, 2013

Continuo presa a ti
as tuas memórias a esta vida
Que desperta meu amor assim
as minhas pernas queixam-se das dores
Cheguei ao topo
e no entanto sinto-me perdida
Como posso não te esquecer
se ainda me lembro de ti
Não sei como seguir em frente
pois te amo assim
Olho-te literalmente
até te reconheço
Olho-te num espelho
esta roupa não estilo
Pois sinto-me incompleta

Tu que um dia
me beijaste com o olhar
E tudo estava errado
mesmo assim escrevi-te
Nada mais será o mesmo
vou continuar a escrever como gosto de ti
Como te quero
espero que entendas que não sou feliz
Quando passo por ti
vejo-te
Saí de casa
sinto um peso ao certo
Algo de errado
no meu passado
Um dia me perguntaste
eu te sorri
Se era feliz?
não sei
Pois não te conheço o suficiente
apenas sei que os dias passaram mais uma vez
Fizeste a mudança da tua casa
e eu continuei na minha
Já é um recomeço
talvez seja igual a ti
Desde do começo
recuso-me a desistir
Mesmo sem nunca te conhecer
porque te adoro 
E fazes parte da minha vida há já um ano
Há uma doçura
nas minhas mãos
Na minha boca
que me chama
Mastigado pelo ébano
é hora de chorar de novo
Hora de te ver
arrastas-me pelo braço
Meu amor é verdadeiro
pois não tem medo
Sabes, continuo a querer-te
há uma doçura em minhas mãos
Te querer
Que tipo de amor deixa marcas
em meu corpo assim
Tropeço em almas paralelas
enfim

Nos limites de qualquer invenção
eu não sou lamechas
Sinto uma vontade estranha de chorar
de rir
E de sentir
pois em tempos eu fui feliz
Entre a tua boca e o teu sorriso
ruim estar contigo
Sem tocar uma única vez
nos limites de qualquer invenção

Amanhã faz 1 ano que te conheço
amei-te durante meses
Porém morri aos...
sempre faço referencia de ti ao mundo
Quando sonho com os meus posts novos
que o mundo virtual
Não me leve a mal
e que simplesmente viva
Sabes encantei-me com o teu sorriso
nos sonhos
Nos meus limites assim



segunda-feira, dezembro 16, 2013

Deveria morrer
de outra maneira
E no entanto morro
quando falo de amor
Gostei de te conhecer
um dia
Meu amor
Venho de forma sonhadora
desejo dizer tudo de novo
Com delicadeza escrevo para ti
meu amor
E para o mundo
que espera de mim
Palavras novas
eu queria um amor
Ainda quê
cheio de cicatrizes por ti
E com palavras sem títulos
eu queria enganar o leitor
E o mundo
e no entanto enganei-me a mim
Com os meus escritos 
que falam de ti


Quero uma fotografia tua
que me leve para a cama
numa cadeira vazia
Que digas que me amas
e que sou tua
O silencio tem vozes sem nome
vento que se forma
Em fome
eu queria ser tua um dia
E não sou alimentar-me da minha poesia
como faço até agora
Quero um foto nova no meu telemóvel

Versos desfeitos
em minha poesia
Escrever direito
teu amor me agonia
Eu sou
o desejo
A ironia
com tanta sombra
Quero uma fotografia tua
Neste meu livro novo

Se escrevo o que sinto
é porque meu coração é torto
E não sabe viver
e o que restou
Foi meu sentimento lindo
que te ama de novo
Este ficou cortado ao meio
dentro do meu peito
Na sala
na minha cama
O teu cheiro me enjoa
se escrevo o que sinto
Perco-te de novo

Choro de saudade
nesta mulher que sou
Encostei as minhas palavras a tua boca
na memória que ficou
Se escrevo o que sinto
é porque meu coração é tolo
Então choro
porque não te consigo ver
Talvez mentira
conto ao mundo
Como te amo
e quero assim
Mas tu nem me amas assim
eu queria
De tantas pragas curtas
talvez falha súbita
Transformar meu amor por ti

Palavras tolas
sem significado
Eu queria uma vaga promessa de sentir
que no teu coração serei eu feliz
Talvez mentira
por isso escrevo palavras tolas
Sem significado assim

Enquanto minha alma desnuda
através do brilho apagado
Olho-te com olhos gulosos
escrevo que o amor dá cabo de mim
Malditas as palavras que me separaram de ti

Hoje acordei
com vontade de te ter
Vesti-me de saudade
e sorri
Com tempo longe
eu te observo assim
Enquanto te como enfim

domingo, dezembro 15, 2013

Eu queria apenas 10 minutos
fazer amor
Adormecendo contigo
beijar tua boca doce
Dentro do meu livro
eu queria uma porta para o mundo novo
Enroscar minha cabeça na tua
e apenas sorrir
Olhar para uma fotografia tua
é coisas de loucos
Eu te queria assim
em ecos de caminhos paralelos
Hoje acordei com vontade
de ter uma foto nova tua no meu telemóvel
Eu queria

Eu queria teu olhar
amar a inocência
Desabotoada de ausências
num tempo que não volta atrás
Eu queria teu corpo sobre o meu
e me lembrar de ti
Me explicar
haverá um dia
Eu queria apenas 10 minutos contigo
da minha vida
Posso não fazer amor
apenas desejando-te bom dia
Eu queria morder tua língua dentro da minha
dizer-te oi
Até já
eu queria



Dor que não passa
me arranca sorrisos
Sem graça
e espalha corações pelo mundo
De palha
eu queria ter teu olhar
Dentro e fora de mim
amar eterna essência
Queria que o tempo voltasse atrás
para te dizer que te amo
Eu queria olhar-te de novo
sentar-me contigo no teu sofá
E chorar o que não chorei
na tua cama
E que a minha alma se esgotasse



A lua significa a minha vida
em redor de mim
Dor que se sente
que não passa
E que doí
eu queria ser feliz
Mas ainda não estou pronta
para esta cruz que carrego
Deixa-me em paz
Eu não queria ter medo
amor que corre
Se esvai
um dia teu segredo
Será meu por inteiro
contam-se os dedos
Eu queria ir
atrás de ti
Mas não posso
porque já passei o limite demais


Eu queria um pedacinho de ti
ao pé de mim
Perceber o inevitável
e dizer-te que o teu amor
Só me dá facadas
eu queria um pedacinho
De carinho
não sou de amizade
Misturava tudo
no nu de ti mesmo
E virava-te do avesso esta tarde
eu queria


Escrevo
meu coração delicado
Iluminado
doces carinhos
Nestes teus lábios macios
ah como te desejo
Volta para a cama
teu corpo quero um pedacinho
Despe o pijama
e faz amor comigo

Terei eu que partilhar
tudo de novo
Ao mundo
até sinto pena
Como me podes odiar tanto
serei eu cega?
Por falar de amor
encima da minha cama
Um dia meu livro
terá teu nome

Amor que corre
e se esvai
Em versos completos
nunca cai
Detalhes da minha vida
jamais
Lágrimas eu vou sentir
partilhando ao mundo este amor
Louco por ti
amor que corre
Se esvai
Faminta eu adormeci
pois bebi teu corpo assim
De volta ao meu caminho
encontrei as palavras certas
E doentias
eu me inclino
Se tivesse asas voaria
e no entanto a minha alma não é minha
Nesta vida
faminta eu adormeci
Na tua cama
O meu amor
veio
E comeu
a minha alma
No meu corpo parado
talvez jogos mentais
Em  dietas sãs
o meu amor veio
Em meus livros
cheios de dicionários
Citações em versos
faminta adormeci
Pois bebi teu corpo assim
e voltei ao meu caminho de novo
O meu amor
veio em copo de cfristal

sábado, dezembro 14, 2013

Não sei
diz-me tu
quem nos une
O meu amor
não tem nome
Pois é o retrato do mundo
Mal a memória falha
sou uma arrependida neste mundo
Sim sou alquimista
vampira
Se sou sol
então brilho
E dou calor
e te ilumino
A ti
e ao mundo
Mal a memória falha
desde o nascer
Até ao anoitecer
escrevo palavras
Sobre um amor vagabundo


O meu amor
estas prestes a desaparecer
Escrevo sempre para te dizer
que gosto de ti muito
Escrevo para seres feliz
Tu e meio mundo
aqueles que não tem coragem do dizer
Faz tanto tempo faz
que nem olho para trás
Pois meu espelho apaga-se no escuro

Para não me esquecer que te amo
escrevo para o mundo inteiro
Que vivo sem ti
e sem os teus abraços
Quando não resistir
serei tonta em te dizer
Que esta dor me assalta
afasto-me no silencio
Que se afasta pela sala
insolvente
Lembro-me da tua boca cheia


Queimei palavras
fechei os olhos
Tive piedade
respirei fundo
Ainda sem tempo
afastada de ti
Roendo as unhas
absorvendo o mundo
Tem dias
quase que largo o escuro
Quando lês meus poemas

Esconder marcas do tempo
em teu peito
Partilho meu amor
com o mundo
Mas não diz respeito
o que sinto assim
Pronto decidi
Basta
Ciclo fechado 
deste sentimento elaborado
Virei página de novo
e comecei a viver



Não consigo viver
com cheiro a novidade
É quase natal
eu quero o surreal
Adoro esta época nova
teu cheiro me alcança
Claro que tu me exaustas
sabes que para envelhecer
É preciso viver
tudo de novo


Deixa tudo para trás
e recomeça outra vez
És a minha luz
na minha escuridão
Deixa-me dizer ao ouvido
nem tudo está perdido
Faz-me bem escrever-me
dias inteiros
Penso em ti
Deixa tudo para trás
e gosta de mim
Mundo dos loucos
não tenho palavras
Para te dizer
que te amo
Deixa-me ver-te

Tenho o teu sorriso
que me faz renascer
Crescer
ontem fui boa
Amante
ou sou melhor ainda
Apenas me sinto perdida
muitas vezes meu coração doí
Talvez por ser mulher
Porque tenho medo de te perder
crer
Vencer
investir
E o mais estranho
é que gosto de ti

Escrevendo
e apreendendo
Modificando
tempo de renascer
Não sei mudar de assunto
partilhar meu carinho
Com o mundo
e com gente estranha

sexta-feira, dezembro 13, 2013

Odeio os erros dos outros
pelos mesmos objectivos
Há dias assim
no mundo em que vivo
A situação é outra
Estou farta de uma geração sem cérebro
irritante
Que só pensa em si
E que acima de tudo duvida de mim
pior é quando estou contigo
Atiro-te palavras
no entanto dizes que não tenho talento
Estou farta de ser rotulada de poesia
sem encanto nesta tua vida


Discordo desse teu silencio
porque ao fundo ouvi-te
Talvez tenha fantasiado
em escrever teu nome
A vida é dura
gritei numa língua diferente
Inventada por mim
O amor é uma mentira
um estado de alma
Sabes gostei de te conhecer um dia
na minha vida
Porque gosto de ti
nem mesmo eu sei

Quero-te comigo porque gosto do teu sorriso
será que é amor que sinto mais uma vez?
Para de me irritar
fechei os olhos
E vi teu sorriso encima do meu
eu te quis assim
Pois conheci-te
Mas discordo deste teu silencio

Poderia deixar passar mais uma eternidade
e te conquistaria em outra
Pelas palavras
ou sentimentos pouco importa
Nada é impossível na vida
mas perdi-te
Sem nada te dizer
as vezes estou deitada em minha cama contigo
De manhã até ao anoitecer
eu penso em ti
E penso em te ver
mais do que uma vez
Acordada
ou a dormir
Quero-te comigo

Ontem enquanto escrevia
tinha atitude
No entanto adormeci
a tua porta
E senti um silencio estranho
vindo de ti
Sabes encontrei o que não quis
e perdi-te
Num amor terrível
e adorável
Assim
hoje penso que nada é fácil
Poderia deixar a eternidade
apenas seguir
Enquanto escrevia
estas linhas sobre ti


Como eu gosto de ti
a sorrir
O mais importante é ter estilo
Devia calcular
paramos
Faz-me sono esse teu ver
sinto insónia
Por te querer
tentei dormir
Para não te perder
minha mão pegou na tua
E logo soube
que apenas ficaram as lembranças
De te conhecer
obrigado/a por fazeres parte da minha vida
Estava atordoada
pelo teu beber
Será que a vida não é fácil de viver
encho o mundo cheio de cores
Nossos lábios beijam-se de novo
até de novo adormecer

quinta-feira, dezembro 12, 2013

Sinto muito meu amor
apenas controlo parte do tempo
Nem o sentimento sei de cor
agarrada ao meu travesseiro
Desejo-te as melhoras
mimada sou
Pequenas palavras
rasgam memórias do meu amor
Abraça-me mas não em vão
quero deixar de sentir teu silencio
Neste meu amor
gosto do teu perfume
Que me embala o nariz
gosto de ti
Sinto muito meu amor
Toma cuidado
eu me sinto triste
Olhar é óbvio
e no que toca observar o mundo
Pelo qual me apaixonei
arrasto em sonhos
Como nunca o desejei
tudo acontece rápido
Nesta minha vida
toma cuidado
Eu te pinto cá de um jeito
que me deixa vazia
E confusa em meu peito
de menina
Eu queria pôr um fim a vista
e no entanto sinto loucura
Não penses
não desistas
Aconteceu
este amor
Já me doí a vista
trabalhei
Acabei
por escrever novo livro
O amor doí
e já não sei o que fazer a minha vida

Te amo
talvez meu amor seja doença
Um câncer
pois é doloroso
Imaginável
Na sequência das palavras
da minha memória
Nunca entendi
como me apaixonei assim
Por ti
talvez seja criança
Amo-te
como nunca amei ninguém
Amo-te a ti
E a mais ninguém
Teu carinho se enrosca
me completa
Imaginar
até imagino tua porta aberta
Gosto de ti
como uma nova descoberta
Mexendo os lábios
pois sou aquela que escreve deitada.
Falar de ti
emociona-me a alma
Quando me sorris
penso em ti
Pois coloris a minha vida assim
dizes que te faço alergia no corpo
E te afago o coração de novo
porque lá no fundo me amas
Falar de ti
emociona-me

quarta-feira, dezembro 11, 2013

Talvez não seja escritora
mas escrevo
O que os outros tem medo de falar
que o amor mete medo
O problema não é raro
nem conciso
Escrever um novo amor
e largar um velho adormecido
Faz alguns anos que entraste na minha vida

Eu sempre fui de escrever
sobre o amor
Que dou a ler
sobre a fome
Dentro de mim
que me consome louca assim
Talvez estilo livre
meus sonetos
Versos
frio que sinto
Este faz-me sonhar
contigo de novo
Talvez não seja escritora
mas escrevo
O que vou sentindo de novo
este meu amor mata-me o medo
Sabes posso te oferecer meus livros
com poemas criados
Rabiscados
furibundos
Atropelados
posso morrer
Sem nunca te ter a meio lado
posso falar de tudo
Anteontem estavas frustrado/a
te afastavas de tudo
Tendo em conta a tua prioridade
a tua família
Parece-me pouco
faz-me viver de novo

Talvez perdida me encontro
porém respeito teu olhar
Teus namores fracos
sou aquela que gosta do teu sorriso
Mudo
tu que me lês no escuro
E me dispas
contigo escrevo tudo sobre a minha vida
Talvez perdida me encontro


Sentada estou
mexendo os lábios
E a mente
não sou normal
Apenas diferente
escrevo que o amor
É uma piada constante
Não sou aquela que tão louca
irrita
Com que escrevo
mas arranco sorrisos
De meio mundo que não conheço
sem nunca os conhecer direito

Sonhar ou conquistar
eu te desejo com toda a intensidade
Do mundo
deitada sobre a tua sombra
Tão frágil como porcelana
com olhos encantados
Sonho de novo
eu quero mais do que uma mente sábia
Quero um coração de ouro
sonhar ou conquistar
O mundo


Bati  aporta
suada
Exausta
olhei para ti cansada
Sentindo o teu perfume
em volta de mim
Desejando a tua frieza assim
no meu corpo
Se eu pudesse
diria que sou louca por ti
Sim
porque quero sentir
Esse teu perfume na minha cama
ao pé de mim
Será que telefone vai tocar
para eu te ouvir
Quero que tu digas que gostas de mim
Pulsando entre epilepsia
retardada
Findo os dias
escrevo que gosto de ti
Menino/a
misturo a medicação
Quando vejo vultos
e pessoas assim
Eu vou
e dou por mim
Andar
se eu pudesse levava-te
No meu pensamento
de segunda a domingo
Enquanto isso colo o teu sorriso
e vou rindo
Pulsando arritmias
se sou o vento
Não 
apenas taquicardia
Misturado com epilepsia
quem diria que gosto de ti


Ando por amor
escrevo por aperto
No meu coração
está escrito o correcto
Resisto através das cicatrizes
eu escrevo para te convencer
Que gosto de ti
neste meu corpo que chora
Sinto-te nas minhas lágrimas outrora
talvez meu amor seja infinito
Mas não feliz
quando digo-te que te adoro
Mil perdões
tentei suavizar meus leitores
Já algum tempo
que post neste meu blog
Amor da Treta
vida ocupada
Fica o dito pelo não dito
raios me partam o Facebook
Recebo mensagens estranhas
adds de quem não conheço
Não quero adicionar meio mundo
apenas aceito amigos e família
Existem momentos que parecem que não passam
no entanto deixo meio mundo ler
O que sinto por ti
neste meu livro aberto
Mil perdões


terça-feira, dezembro 10, 2013

Palavras para quê?
de 1999-2013
Gostei de te conhecer
e ficar louca assim
Por ti
meu amor
Minha vida
Eu estou viva
e carrego
História nova
com começo
De factos concretos
sonho
Enquanto existo
o fim do mundo está longe
Não tem aviso prévio
assisto a sentimentos incontroláveis
Vindos de ti
hoje sinto falta do teu carinho
No meu corpo quentinho

Tu és a minha alma gémea
aquela que me encanta
Que me detesta
mas que me olha embora não queira
Se passo frio
só me diz respeito a mim
Sim sinto uma saudade
daquilo que não aconteceu ainda
E que acabou por ir
talvez até te ame
A ti e ao mundo
não existe momento certo
Para dizer que gosto de ti
Se tivesse dúvidas
ficaria desfeita
E no entanto estou amaldiçoada
com tanta chama
Palavra
com teu amor assim
Talvez seja louca
Porque dás cabo de mim
conheci-te a 18 de Janeiro 2012
E não paro de pensar em ti
até podes ser feliz sem mim
Todo o verdadeiro amor partilha
doa, mesmo que nos magoe
Já não falo de textos com cores
falo de um amor
Podes não me pertencer
mas orgulho-me
Ter conhecido
se tivesse dúvidas
Não te amava assim

Quem sou
desde 1999
Houve um tempo que ninguém queria saber de mim
quem sou
Pois partilho minhas palavras
com mundo adormecido assim
Mas ninguém me ama enfim
quem sou
Em cada palavra eu te amo
mais do que
A dor que sinto
pois gosto tanto da ferida que não é minha
É assim que gosto de ti
talvez fragmentos de uma vida
Sem giz
sou quem te adora
No teu corpo que jazi


Quem sou
fúria de palavras
Mais nada
algo insano
De novo
quem sou
Que gosto esclarecer os factos
deste meu amor
Talvez não passe de lembranças
que falam de ti
Em cada palavra
eu sou assim
Quem sou

Este meu blog
foi criado doído assim
Fala de amor sobre ti
talvez sonho
Ter-te ao pé de mim
apesar de não estares comigo
Toda a gente gosta de mim
Eu não estou morta
apenas adormecida
Apetece-me escrever que o amor
é uma treta viva