segunda-feira, março 02, 2015

Serei eu ciumenta
ninguém merece a verdade
Aquela que magoa a alma
estou bem
Meu corpo se enamorou por ti
sinto-me louca 
Por este amor assim
não nasci para ser fria
Não busco a morte
habituei-me a lutar
A ter sorte
e a ouvir-te
Pois continuo a escrever livros quentes
para ti
E para meio mundo assim
Tudo me afecta
meu corpo grita
Nesta alma
raiva
Que existe
sou cruel
Comigo mesmo
as pessoas riem-se de mim
Quando te digo amo-te
quase que perco o controlo
Tudo me afecta
pois recuso-me a ser hipócrita
Um dia escrevo teu nome aqui
pois nada importa
O que importa é que sejas feliz

Continuo a chorar
sem rir
Incrível escrever histórias tristes
preciso de um banho quente
Levanto-me da cama
e acordo 
Dispo a minha alma
sinto-me a sufocar
Com este silencio vazio
teimo em limpar o corpo
Que chama por ti
não sejas cruel comigo
Dá-me amor
as pessoas riem-se
As vezes questiono-me desta dor que sinto
queima-me o corpo
E põe-me doente
não quero mais ninguém
Para além de ti
continuo a chorar
Sem rir