sexta-feira, dezembro 06, 2013

Isso não possuo
inveja
Apenas vi-te
e olhei-te
Fascinado/a
imaginando
Tenho saudades tuas
do teu corpo doce
Hoje sinto um desequilíbrio mental
medo de falhar
Bem ou mal
não quero magoar
Quem me magoou o coração
mais do que uma vez
Acredito que por vezes
cometo os mesmos erros
Poderia mudar
mas no momento fujo de tudo
Estou perdida
em poesias rotineiras
Perdida para o mundo
hoje sinto
Fazer contrastes
jamais estive longe
Da saudade
não mereço
o tempo
Os gestos
os prémios
Hoje sinto um desequilíbrio mental
quase real
Falar-te de quem amo

Vou para além das letras
vou-te pôr a pensar
E viajar, coisas novas
alucinada
Uso poesia como amor
talvez o limite seja
A mascara
sorri ainda não é o fim
Desta história

Não quero viver
apenas sentir
Teu amor de novo
dentro e fora de mim
Quero a essência
ser autentica
Dizem que sou maluca
talvez utopia

Insisto em melhorar
resisto naquilo que sou
Porém sinto excesso de vontade
praticar o bom
Deste meu amor
as saudades fogem-me
E escondem-se nas memórias
da tua dor
Acabou tento manter-me forte
choro por dentro
Esvazio a alma
Acabou
Perdi teus olhos dentro do meu corpo
agora só resta a saudade
De um mundo novo
talvez seja vulnerável
E sonhadora
Só quem ama erra
algo que não existe
Talvez insegurança
que o mundo permite
Será uma experiência
já imaginaste feridas abertas
Em meu corpo rijo
Nunca apanhei um nocivo
apenas devaneio doído
O melhor som do mundo
é teu coração louco
Só quem vive erra de novo
Conduzida pelo amor
enraivecido
Não sei do ócio
apenas escrevo
O que é para ser lido
ainda não entendi
A tua falta de humanismo
de ti sinto pena
Sim já senti borboletas na barriga
é como beber um copo de vinho
Não quero datas
apenas recados lidos


É naquele momento
que sinto forças
Acredito no amor
no nascer do sol
Com teu olhar de criança
encanto
E reconheço
que mão me envergonho
Pelo desejo destas tuas palavras
Que falam do teu amor
assim és tu
Desejo comprido
sorriso que embala
E levanta a minha alma
sim porque tu existes