domingo, janeiro 04, 2015

Tu que eu amo
e quero
Todos os dias
dentro
E fora do meu peito
pois não tenho controlo
Tudo o que disseres
meu amor mete nojo
Por que quero teus beijos
posso ser tua amiga
Não me leves mal
em te desejar em meu peito
em minha vida

Sinto-me vazia
procuro teu nome
Escrevo
a chuva cai-me pela janela
Cobre-me com cobertores
fecho a janela
Falo-te deste meu amor
improvável
Talvez te sintas 
com magoa
Tu que me sorris
que me encantas
Como uma criança
cada vez que estou contigo
Perco o controlo
e beijo-te a boca
Onde fores
leva-me
E como bolo
tu que eu amo de novo

Quando pensei
que já tinha tudo
Ainda ia a meio
percorro o mesmo caminho
Apalpo a relva molhada
e depois vejo que tudo não passou de miragem pelada
Tudo o que preciso é de uma janela
talvez te busco
De forma imaginável
quando pensei que já tinha tudo
Escrevi que era fraca
posso até respirar
Sentir o frio
ficar gelada
Comer marmelada
ou apenas falar-te de um amor impossível