quinta-feira, fevereiro 16, 2012


Sabes,
Todo o amor é eterno
Temporal
Moderno
Antigo
Pacóvio
Anormal
Todo o amor
É alheio
Triste
Alegre
É Como vendaval
Todo o amor é...
Porém amizade é um amor
Que nunca morre
Pois é eterno Na vida
Nestas linhas escreverei
Tudo o que é para ser dito
Sem teu amor não viverei
Nem no verão ou inverno
Mas’ continuo viva (o)

O amor também doí
Faz panelinha
Magoa
Fere
Imagina
Falta deste requer tato
Compreensão
Devoção
Paixão
O amor pode–nos fazer felizes
Mas’ também nos faz infelizes
Às vezes é duro
Outras vezes mole
Pode ser rico
Ou pobre
Não me deixes só
Eu apenas Te quero amar
Deste jeito

Maluco doído

A vida Te embaça
Neste meu sorriso
Sem graça
Um dia mudo, tudo
Até o Mundo se for preciso
Um dia solto tudo cá dentro
Até meu pensamento
E Te completo por inteiro (a)
Um dia já não serás o (a) primeiro (a)
Mas’ o ultimo (a)


Afinal o amor também morre
Sinto-me SEM ser amada (o)
Sem sorte
Plágiada (o)
Sem norte
Dou o que não recebo
Tempo estranho
Para ter medo
Verdadeiro amor
Não morre permanece
Na amizade
Preciso de alguém que me olhe nos olhos
Enquanto falo
E me oiça porque não me calo
Que, tem paciência
O que mais posso Eu querer?
Só a TI

Quero um beijo teu
E um abraço que me’ encante
Teus olhos que me olhem
E que digam que me amas
Tu que me dás inspiração
Paixão!
Amor
Amizade
Que me completas
Pois és garoto (a)
De programa
Tua voz me paralisa
Sem ti não sou nada nesta vida
Será que devo dizer Te amo!
Talvez única opção
Nada faz sentido
Nestas palavras que se cruzam
Teu amor bandido
Uma ilusão viva




Para ti, com amor
Para ti que’ Eu gosto
Confio
Para ti que me’ encantas
Para ti
Que não sabes nada de mim
Para ti, meu amor

Um dia...
Vou acordar do sonho
Que afinal era realidade
Um dia...
Vais Te lembrar de mim
Como Eu sempre me lembrei de ti
Um dia…

Um dia vou dizer-te
Que quero acordar contigo
Quando acordares, telefona-me
Todos os Dias acordo
Sem uma unica palavra tua
Um dia chego ao pé de ti
E digo-te:
Amo-te
Não apenas nos meus livros
Um dia.
Abro as gavetas dos mimos
E solto-os em a tua frente
Um dia...
Rapto-te, e não peço rasga-te
E fico contigo de livre vontade
E dou-te meu amor
Será comigo, que vais viver assim?
Um dia...
Faço aquilo que mais desejo
Encosto-te á parede
E roubo-te um beijo
Deitado (a)
De pé
Um dia

Odeio-te
Porque Na verdade amo-te
Adoro Como me olhas
E no entanto odeio-te
Porque não Te consigo esquecer
Porque preciso de ti
Porque não consigo viver SEM ti
Fecha os olhos e advinha
O que Vês?
Quem gosta de ti
Menino (a)
Carente
Perdido (a)
Gosto da tua insaniedade
Da tua vida
Sem glória
Do teu coração aberto
Da tua tristeza agora
Da tua vida louca em poemas
E no entanto odeio-te
Porque não consigo viver SEM ti
Deste jeito

Estou Eu aqui
A tentar entender o futuro
Se o amor fosse de verdade
Estava tudo acabado
E ficava Eu no escuro
Principe encantado (a)
Sente
Beijei-te
Não sei Como reverter a situação
Bem sei que não é relacionamento perfeito
Que é condicionado pela sociedade
Com rasgos de imperfeição
Quem, procuras tu mesmo? Então...

Não consigo
Dizer-te
Escrever-te
As experiencias
São chatas
E duradoras
Se pensas que não movo fundos
É porque não me conheces
Outrora
Ahahahahahah
Só me apetece dizer
Baboseiras
E palavrões
Meu coração
Anda aos encontrões
Sentimento partido
Sem sexo
Apenas COM indignação
Amo-te deste jeito
Criança

Quero ser a história
Mais perfeita
Mais esquisita
Não apenas uma sagrada mentira
Na tua vida
É tudo o que’ eu quero
Aflige-me pensar
que acordas infeliz
nesta espuma de amor
sem par
teu sorriso inocente
repousa sereno
onde meus olhos 
te abraçam enlaçados
não desejo ser pobre
apenas quero a tua amizade
peço-te não vás ainda
é cedo
serei teu norte
sul?
deixa-me fazer poesias de amor
carinho
amizade
deixa-me falar-te de meus sonhos
a noite ainda agora começou
ela é minha brisa
meu cheiro picante
meu espumante
esquecida
sente a cada momento
um frio constante
fala de mim
fala de uma dor sentida



uma janela aberta e uma lufada de ar friooo
eterno efémero
todo o mundo dorme
oi tava a escrever
e a pensar
dispenso tais comentarios
não me sinto nostálgica
apenas aborrecida
droga de vida
Colunas de energia vergam
tu não me deixas acabar esta poesia
Interrompes-me sempre
enquanto domino
digo-te o que me vai na mente
vá ri-te lá
desassossegas-me
nestas poesias de vidro
as luzes que me atingem me queimam alma sem vinho
rastejam com névoas brancas
será verdade ou apenas mentira?