quinta-feira, outubro 25, 2018

Nada acontece por acaso
tudo tem uma razão
Como te dar a minha mão
e falar-te desta minha paixão
E continuar a escrever 
sim é possível trabalhar o amor
Quando se quer o mesmo
existe respeito
Gosto
mesmo que seja pouco
Quando te olho
e te fixo
Sabendo que nunca te vou ter
trabalho a minha alma
Mais um pouco
as vezes sinto-me perdida
Nesta paisagem
onde passam os cavalos
As palavras que escrevo corto-as aos poucos
talvez tenha fé
Que um dia ainda me ligues um pouco
que sintas saudades
Das minhas palermices
que tenhas trabalho
Que rias
das conversas sem nexo
Mas que te levantam a alma
deixa de chorar ao pé de mim
Nada acontece por acaso
tudo tem uma razão
A ultima vez que te vi
desejei-te
Mas agora já não te trago dentro do peito
talvez precises de ler um bom livro
Dizer-te a verdade
sem detalhes
Com os olhos fechados
o que queres tu de mim
Já não pertences ao meu mundo
é assim que gostas de mim
Quando misturas tudo
deixa-me entrar
Percorrer esse teu caminho
quando acordo espirro
Tu olhaste-me de novo
enquanto vives
Sem amor assim
deixa -te ir
Um dia ainda te vais lembrar de mim
Segue a minha forma
não improvises
Pessoas não querem verdades
apenas rabiscos
Desculpa se não sou verdadeira
falta-me memória
Sou mais fisica
e não a ficção de um livro
Onde guardas memórias
tenho habitos
Não rotinas de pessoas tristes
quero novas histórias
E não ilusões
quero corações
Mas não com falta de amor