sexta-feira, julho 24, 2015

Não vejo graça
negar a minha essência
Nesta piada
não posso
Não quero ficar amarrada ao teu nome
Não adianta brincar
com quem eu quero
Numa bela manhã
eu te desejo
Não sei rir
nem chorar por amor
Não vejo graça em teus sonhos

Nos meus poemas
nos meus ouvidos
Meu corpo acordou
sem dar conta
Tropeço
No teu caminho
em meus versos
Com saudade dentro de mim
sinto angustia de novo
Com a revolta de um povo