quarta-feira, janeiro 15, 2014

Infelizmente gosto de ti
e não é pouco
O mundo até pode passar para mim aos poucos
sabes sinto uma necessidade de escrever
Até me seca a boca
bem sei que a leitura faz parte
De uma amizade louca
Sabes quero o teu sorriso
beija-me a boca
E lambe-me
o peito
Chamas isto de fantasia
eu chamo isto de corno
Posso até ter mau feitio
frágil
Escuto
o que me incomoda
É o Mundo pois este é fodido

Já te olhaste?
quantos amigos tens??
Garanto-te que não muitos
sabes o que significa amizade?
Talvez um conjunto de coisas
ignoras a minha táctica
Afastas-me por motivos infinitos
desistir nunca de ti
Afinal ainda tenho tempo
já te olhaste?

Sabes uma coisa
sei o teu telefone de casa
E agora!
tranco-te na minha mente
Cicatrizes de um amor vadio
teu sorriso
Me aniquila
por não te dizer
E escrever
o que se passa no meu pensamento
Gosto de ti
por mais que me dou-a
Que tu não entendas
por mais que choro
Quando digo que te adoro
eu sou gente
Sabes uma coisa
o teu telefone toca
Outra mulher
presente
Posso até te amar
ontem enquanto sonhava
Chamava por ti
o meu calor
É o meu aconchego
pois tenho o peito cheio de ternura
E amor
tu és o ar que eu respiro

Não sofro por antecipação
apenas por amor
As saudades machucam-me
sabes procuro aquilo que não posso ter
Mas só me dispo
se o meu corpo manter o calor
Dentro ou fora do teu corpo
talvez precise de escrever
Que te amo
mas não apenas aqui
Ou nos meus livros

Infelizmente gosto de ti
e não é pouco
O mundo até pode passar para mim aos poucos
sabes sinto uma necessidade de escrever
Até me seca a boca
bem sei que a leitura faz parte
De uma amizade louca
Tudo me torna saudável
não sei viver de mentiras
Apenas de amores
intensos
E divertidos


Vamos embora
sinto a garganta magoada
Choro
sinto falta de olho gordo
Engordo
sem vontade de resistir
A partir de agora
vou ser feliz
Com ou sem ti



Meu mundo nem sempre é gentil
para mim mesmo
Sou composta por uma urgência intensa
por tristezas absolutas em teu corpo
Sou todo um vazio
da tua loucura
Talvez por isso caminho sozinha

terça-feira, janeiro 14, 2014

Ontem foi uma noite especial
enquanto a musica tocava
Não parava de sentir
não sabia se havia de chorar
Ou rir
como uma louca
Talvez apenas te olhava
esperava que me preenchesses
A boca com marmelada
As vezes bate uma tristeza
que me faz arriscar
Na minha infantilidade
no mal que me rodeia
Estou a falar na verdade das palavras
e das pessoas
Na inocência de olhares
sem falsidade
Preciso de um sorriso
teu todos os dias
Se paro fico com a realidade
que não presta
Queria beber essa tua boca assim
e afinal em vez disso fiz amor contigo
Arisco quando acordo
deprimente
Mas tu nem se quer me perguntas
porque estou doente
És tu que eu quero
talvez seja assim parágrafos
Mal escritos
de muita luta por ti
Digo-te a verdade

Eu queria que tudo desse certo
e na verdade tudo dá errado
Até perdi um dente
agora pareço uma pirata

Meu quarto está escuro
não chove mais
Entretanto perco a noção 
do teu coração de chocolate
Entre o real
e o abstracto
As vezes fico esgotada
de tento pensar com a cabeça
Eu queria tudo
e não tenho nada

A vida é uma droga, não é?
pois somos responsáveis por nós mesmos
Estou intoxicada por ti
pelo teu amor
Pela tua amizade
por um amor que não é para mim
Juro que escrevo tudo
meus quarto esta escuro
Não chove mais poemas de amor
a vida é uma droga, não é?

Cofre escuro
sem luz
Houve um curto circuito
o frio entra
Chega a incomodar
o horário passa
E eu tenho que trabalhar
se tudo fosse fácil
Eu diria que sim
doí-me a cabeça
De tanto amor assim

É bom testar frases feitas
lá estou eu martelando de novo
Tu não vais a lado nenhum
porque te consigo agarrar ao sofá
À tua sala 
para leres os meus poemas
É bom testar
Porcaria de tempo
que não me deixa fugir
Raramente desperdiço conversas contigo
tantos golpes
Em meus ouvidos
Na mesma frase
infelizmente as palavras mudam
De timbre
de som
De ouvido

Sinto falta de cor
e de amor
Tenta entender
não consigo evitar este sentimento
Porque te amo de verdade
será que ainda me queres
Por favor pensa em mim agora
sinto falta de cor
E de sabor

segunda-feira, janeiro 13, 2014

Inquieta
queria lembrar acordada
No entanto escrevo poesia erótica
foda-se
Talvez carência sexual
isto não é normal
Na minha vida
A chuva cai
minha boca seca
Faço rimas
bebo canecas
Tenho fraqueza
não sei se é bom
Não leves mal
não sei se é fome
Ou saudade
lembro-me que posso escrever
Sobre o que me doí na realidade
não é solução
Boca que me beija
me pega
Me puxa
sinto-me invadida
Por um doce
como lambuzar tua boca
Chuva que cai refresca
sentimento louco
Como este meu amor

Um dia eu te mirei
e não estranhei
Senti teu coração fechado
em silêncios
E desabafos
Queria-te cheirar
E sentir borboletas no estômago
seria da roupa que usava
Da luz que me iluminava
com coração triste
Inquieta estou

Quando te cheiro
de manhã Cheiras a banho
Com fragrância de amor
talvez seja egoísta
E louca
por falar de dor
Faço poesia como se fizesse amor
é tipo bichinho
Gracioso
que voa sem asas
Simpatizei contigo
desde de cedo
Nunca morri em teus braços
se não lembrava-me

Surjo bela
com um suave toque
Irradio
felicidade
Magia
cheiro teu perfume
Na minha pele
salto para dentro da mansidão
Que permanece dentro do meu coração
Senti a magnitude
das palavras bonitas
Este íman puxa-me para ti
sinto-me boba
Gosto tanto de ti
como de uma bússola


Mais um dia em nome do silencio
Falo-te  por falar
Acostumei-me a escrever
pois sufoca-me o coração
Talvez te fale numa língua nova
ou talvez não
Eu não nasci para a poesia
e no entanto sinto-me boba


domingo, janeiro 12, 2014

Os apertos por vezes
fazem-nos adormecer
Descalças
sem ténis
Ou sapatos
descrevo calma
Sabonete
e agua
Pego na roupa
e no telemóvel
5ª feira esbarro em ti
Coisa fina
mais um dia
Em nome do silencio adormeci
por vezes acordo com aperto
No coração ou será alma
de não te ter ao pé de mim
Talvez seja amor
claro que tenho medo
Minha alegria
meu espanto
Já sofreu visão libélula
gostava de continuar
Tentando
mas tudo terminou
Agora vivo sonhando 
apenas contigo meu amor

Ao longo do tempo
sinto arrepios loucos
Nos meus cabelos curtos

Ao longo do tempo
sinto arrepios loucos
Nos meus cabelos curtos
enquanto meu corpo arrefece
E reage a um novo mundo
estava pensando de olhos fechados
Sem drama
escrevi novo poema
Sem charme
posso até te amar devagarinho
Entre sangue e suor
misturam-se odores
De nossos corpos quando se juntam
nossa pele repele gemidos
Talvez seja amor
Sou quem contagia o vento
acordo perto de ti
Que a minha maioridade
me reserve segurança
Ao longo do tempo assim


O que escrevo é uma espécie de fome
que largo dentro do teu corpo assim
Porque anseio ir ao teu encontro
minha poesia é rotulada de louca sem controlo
Meus livros até podem ser tristes
amargos e violentos
Meus olhos reflectem um cansaço imenso


Escrevo por necessidade
uma espécie de fome
Que tenho dentro de mim


Sinto a cabeça latejando
quem escolhe caí na solidão
Sem vida
sem poemas soltos

Cuidado com o medo
pois este rouba o sonhos
Há uma diferença entre desistir
e perceber que não dá mais
Tem gente que me perde todos os dias
e ainda não deu conta
Um dia canso-me de ser trouxa
e apreendo a ser fria
Sinto ciúme de tudo e todos
talvez o que eu escreva seja real

Nunca percas o teu lado criança
uma fruta demais apodrece
Estou com raiva porque tu me fazes rir
cuidado com as pessoas mentem
Sorrisos enganam
e palavras iludem na vida
Não basta falar de mim
tenho que inventar ainda

Coisas boas vêem com o tempo
o meu " nada" tem mil e um significados
Doí-te querer abraçar e não poder
aí eu olho para nada
E penso em tudo!

Idade não define maturidade
voltei
As vezes apetece-me pular
gritar
Conter
correr eu sei lá
Mais o quê
ando com vontade mudar meu nome
Com a felicidade
a teu lado
A idade não define maturidade

sábado, janeiro 11, 2014

Sou desejo
nada me falta
Nem mesmo teus beijos
sou burguês
Português
sou cowboy
Mas não sou casada

Eu escrevo
como se quisesse salvar meio mundo
De ter fome
ou saudades de amor
Tomara que a tristeza não te convença
que a saudade não me perca
Porque me apaixonei por ti
teu sorriso preenche
Meu coração dentro de mim
de uma forma maluca
Quase doída assim
Estou feliz
sou daquele tipo de pessoa
Que escuta
meio mundo
E fica apenas com as palavras

Palavras que precisam de sorrir
para não chorarem
Mergulho no teu interior
de cara lavada
Sozinha ou acompanhada
sou querida
Cinza que é negra
a minha é encarnada viva
Talvez paixão de menina

Renuncio
mudo as palavras
Difícil
giro
Rodo
Pego nelas
Apesar de tudo
abro a janela
E só falo amor



Banco de memórias
namoro
Ou amizade
porquê, agora?
Já te falei a verdade
logo agora
Que te apaguei do meu pensamento
Uma vezes falo de amor
outras de tristeza
Banco de memórias
de descobertas

Conversas até tenho
neste meu Blog da treta
Mas ninguém me leva a banhos
umas vezes falo de um amor 
Da porcaria

Quem sou
um cérebro
De acordo com a pesquisa
de uma universidade portuguesa
Sou quem escreve e fala de poesia

Todos os dias
voo alto
Leve e solta
sem documentos
Procuro tua boca
e sou feliz
Quem sou?
um cérebro
Sem fogo
uma mera aprendiz?
De acordo com a pesquisa do google
chamo-me Catarina Dá Mesquita
Vivo em Lisboa
mas adoro Paris
Todos os dias voo

sexta-feira, janeiro 10, 2014

Meu amor é uma pedra dura
Pela calçada que tu passas na rua
as vezes não tem graça
Quando te digo
apenas quero um sorriso teu de bons dias
Um beijo doce
na bochecha
Quero viva
e no entanto pareces cansado/a
Meu amor
quer mais um livro
E apenas quero dormir
pois sonho contigo
Deixa-lá de palhaçada


Amo-te
Quero-te
Desejo-te
Adoro-te
Todos os dias
Da minha vida
Posso mesmo amar-te?
Porque o amor é relativo
Escuta-me
Deixa-me falar-te
A verdade amo-te
Ando com o coração aos pulos
Não sei  é até a quando
Cada vez sonho mais contigo
Como posso dizer amo-te
Se te conheço pouco
Apenas vejo-te todo os dias
E tu me sabe a pouco
Um dia quero um beijo
teu na minha boca
Quero lamber-te
chupar-te
Como um chocolate doce
quero passear contigo
De mãos dadas
na rua
Ou no cinema
quero meio mundo olhando
E comentando
que EU te AMO de VERDADE
Um dia quero um beijo
Te encontro 
e as vezes me acho
Nas palavras que faço
no cheiro que sinto
Talvez palavras certas
no inverso da poesia
Sem tom
sem rimas
Te encontro no passado
e caminho contigo no presente
No vazio da minha alma
sentida

Ah, como eu te amo
teus olhos 
Invadem-me a alma
e despem-me o corpo
Percorreres-me com arrepios
de desejo
Muitas vezes chorei
por sentir saudades
Tuas assim
tempo que contigo passei
Fazem filmes únicos 

Te escrevo
e te digo
Amo-te
desde o inicio 
a cada ausência tua
E o mais estranho
tenho saudades tuas

Com a doçura do teu beijo
sinto uma brisa suave
A tocar no meu corpo quente
tudo me encanta
E me satisfaz

Talvez o inesperado 
seja, falando-te
Dizendo-te
de pés descalços
Com teu nome
levo em teu corpo
Um sentimento que escrevo branco
o meu coração
É recheado com mil poesias novas
falo-te de um amor
De uma vida colorida
sem cor
Talvez outrora

Anjo sem asas
porque voas
Com a doçura do teu beijo
me abençoas

Um dia esqueço-te
mas hoje ainda te quero mais
Tuas saudades
iluminam meu dia
Na tua boca fria
Minha alma virada do avesso
com teu nome
Cada beijo que te peço
sinto alegria
Basta um toque
para ver se acordo
Com mensagem tua
se não me ligas
Não durmo
na minha caminha
Talvez pense em ti
todo o dia
Basta um toque
Amor tu tens fogo
que arde em minha pele
Que sofre de agonias
tem lágrimas que percorrem as minhas pernas
Talvez seja pintura de aguarela
tela
Tens a inocência
com o teu cheiro de menino/a
Tu és um anjo sem asas na minha vida

Tudo me encanta
tudo me fascina
O silencio da noite
e do dia

quinta-feira, janeiro 09, 2014

Eu quero mais do que momentos
conteúdos
Quero-te na minha vida
partilhar meu mundo
Ser simpática todos os dias
quero-te de uma maneira
Que não é minha
talvez relativa
Quero acordar com os teus beijos doces
na minha boca quentinha
Quero que sejas minha alegria
minha vida
É tudo o que quero
nesta vida

Acordo com o coração na boca
digo teu nome
Porque tu me deixas louca
a mim e meio mundo
Poças só pensas em férias
já te deste conta que fico com saudades
De não te ver todos os dias
hoje enquanto dormia
A minha alma não era minha
talvez sentimento desfeito
Eu quero tudo o que tenho direito
até a sinfonia
Quero os teus dedos a percorrem-me a espinha
encontrar-me dentro do teu peito
Cruzar meu coração com a tua alma
afastar toda esta minha agonia
Muitas vezes acordo durante a noite
digo teu nome ao mundo
E adormeço a sorrir
será amor
Amizade
ou apenas respeito
De te ter ao pé de mim
durante todos estes dias



O meu amor
para ser feliz não tem vida
Porque renasce a cada dia
Em algum lugar
penso em ti
O que será de mim
me perco nas expectativas 
Esta tarde
pois não me conheces
O que preciso para te conhecer assim
sou transparente
Não me deito tarde
sem começo
Nem fim
não me lembro de nada
O mundo é adorável para mim
onde quer que vá
A sorrir passo a vida
chorar
Vi o meu amor perdido
num beco lá atrás
Fim da tarde com chuva
com saudade do teu corpo
Passo a vida chorando de amor
sem luz
Sem mais nada
da janela do meu quarto vejo-te
Pouco a pouco
surgi,
A sorrir
sei que não existo sem ti
O mundo e o povo
me quer
Mas tu nem olhas para mim
talvez falta de inventário
Um dia quem sabe falo a verdade
eterno é o meu amor
Pássaro triste
sem corpo enfraquecido
Digo-te 
falo-te de palavras
Que não podem ficar
ai se tu soubesses
Não me enganavas com esse teu beijo doce
pouco a pouco


Teu ciúme 
me queimou o peito
Que jurou
e mentiu
Correm boatos de gritos
não há ninguém que te vale
Neste alarido
teu corpo puxa paixão
E eu apenas quero um copo de vinho
pouco a pouco meu amor regressou
Para ser feliz
Pela janela do meu quarto
fico impaciente
À espera do teu beijo de amor
porque sou mulher
Nesta tua dor
um dia dispo-me calmamente
Te olhando
e comendo
Como quem sofre de amor
pela janela do meu quarto
Fico-me lembrando
do tempo em que via o teu carro
E agora nada vejo
porque perdi teu amor
Na invenção do amor
ficou provado que não passas sem mim
Sem as minhas palavras
sem os meus rebuçados
Já devia ter calculado
teus olhos sorriem de novo
Cantando com vaidade
entre becos
E saídas

Mãos dolo-ridas
cansadas
Quentes
impacientes
Doentes
de ciúme
Traição
história singela
Nesta vida
teus beijos 
Sinto-os longe
como aguarela
sinto-os sem cor

Triste é
não te ver
Quando quero
ontem enquanto andava
Via tuas mensagens no meu telemóvel
ouvia a tua voz
Dentro da minha cabeça 
apenas cheia de poemas
Voz que me inspira
que chora
E me encanta
voz de menino/a
Triste é
não te ver quando quero

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Abraça-me como veludo
desliza as mãos do teu corpo
No meu
entre o tórax
E os rins
reflicto
Será desejo
não, eu apenas quero-me divertir
Com ou sem ti
quero que seja perfeito
Abraça-me a mim

Talvez não tenha lutado
ou amado o suficiente
Mas prefiro-te dizer a verdade
quando pensei ter-te
Fugiste-me entre os dedos
um dia disseste que se pode amar e não gostar
E gostar e não amar
é pena porque eu amo-te e gosto
Mas isto fica apenas nos meus livros
sabes o que foi o melhor de 2012
Ter-te conhecido
e perdido
Sabes não me enganei quando o disse
espero que sejas feliz
Com ou sem princesa
é tudo o quanto sei
Desculpa ter-te conhecido



É irrisório
ter sonhado contigo
Nunca te falei de amor
um amor vadio
Um dia perguntaste-me como poderia amar alguém
não conhecendo a pessoa
Vai-se amando
nos pequenos pormenores
No dia a dia
nas coisas loucas
Dizes que sou demente
e doída
Talvez por te amar de verdade



Depende de ti
o que possa escrever aqui
Vejo-te a uma segunda
terça
Quarta
quinta
E sexta
mas não te vejo sábado
E domingo
é irrisório
Ter sonhado contigo
porque casaste

A minha herança
é o meu amor
O que procuras tu?
uma vida faustosa
Uma vida sem amor
sou cheia de incertezas
Mas gosto de ser quem sou

Na minha alma
a malta da minha escola
É surda
a minha saudade machuca
Vidinha boa
de amor quase perfeito
Encho o peito de ar frio
e converso 
Com gente nova
na minha alma
Nada é velho
apenas eterno
Na insanidade de ser amada
cérebros
Ilusões não me dizem nada
talvez forma do coração
Vivo em pedaços
no meu corpo sentido

Eu sou eu
cheia de incertezas
De calos
mas tenho respeito
Pela vida
sou feliz
Com ou sem ti
quando estou triste choro
Porque só tenho amor
eu sou eu
Grito
oiço teus gritos
Na minha alma branca
não posso querer mais
Eu sou eu
Sobe fome da escuridão
eu te amo desde então
Neste meu pequeno amor
pois a minha paixão é acesa
Haverá loucura maior
que este amor?
Insanidade menor da fome do teu corpo ainda




Vindinha de sonho
ter um T2
Em Lisboa
a minha saudade 
Machuca porque é surda
o que procuras tu?
Meu amor
amizade louca


Por mais que te amo
estou atenta
Eu te envio
meu sentimento em branco
No meio deste amor pequeno


terça-feira, janeiro 07, 2014

Se tu me chamas
trata-me por amor
Se não, não sei se vou
talvez te perdoo
Com beijo apaixonado
decifra-me se fores capaz


Se tu me chamas
não sei se vou
Vou para onde
me levar o teu amor
Sem apelo
sem gritos
Odores
Vou cheirando teu perfume
no teu corpo
Eu sei que vou
se tu me chamares de novo

Porque sou sou
um tecto perfeito
Uma janela no teu quarto
um cobertor
Acredito a quem eu amo
não me quer na realidade
Será que o mundo me deixa viver
Porque sou sou
eu, com coração vagabundo
Em busca de felicidade
Acredito nos teus olhos
no teu sorriso seco
Não quero acreditar nos fracos
e loucos
Fiz tantas escolhas
amo a intensidade dos meus poemas
Eternos e perfeitos
sou como fragmento
Pedaços de um corpo
cada um tem a sua felicidade
Mesmo que viva pouco
A emoção não é só pelo toque
mas sim 
Pelo que nos faz amar por dentro
eu amo-te
E quero ser amada
pois acredito nos sonhos
Eu sou uma incógnita
revelação
Mas não sou a perfeição
não namoro
Sou metade
lágrima de teu corpo
Sou epifania
que te encanta
Um verdadeiro sonho



Com olhar amoroso
rendemos-nos ao amor
A vida tem sabor a novo
tão diferente
Espera tem odores
que falam de amores
E de um povo
eu te adoro
Com aquele abraço baixo
que me reanima
E me dá forças
e alegria


Se as minhas palavras falassem
diria que te amo de verdade
Em vez disso debaixo destas me escondo
o que pensará o mundo
Que não te amo
e é tudo treta
Ai que frio está 
tiras-me da cama
Abre os olhos
apetece chocolate com avelã
Teu sorriso me cobre

Amo teus olhos
sorriso
Teu corpo ardente
a tua integridade
O teu segredo
dentro e fora de mim
O que tu sabes de mim, pouco!

segunda-feira, janeiro 06, 2014

Teu sorriso
teu beijo
Me faz balançar até hoje
não se fico
Ou se vou
hoje não vesti
Fiquei de pijama
porque adormeci

O silencio
é dos loucos
Que marcam a nossa vida
pode esta não ser doce
Consolo deste sentimento oco
e vazio

Momentos genuínos
leves como um copo de vinho
Cada gesto perdido
deixa-me adormecer
Haverá algo mais belo
que a simplicidade
De saber teu nome
consta no papel
Difícil é achar pessoas bonitas

Um amor livre
cheio de prazeres
Nunca foi bom até hoje
talvez por ser mulher
As palavras fogem da minha mão
do meu ouvido
Já não sei deslizar o papel
meus lábios queimam-me a boca
A saliva rica
e doce
Com sal nutritivo
não sejas escravo/a do passado
Mergulha no meu mundo colorido

No meu corpo
sinto a saudade
Realidade doída
tento tudo
Até matar o que está vivo

Vi-te olhar
o tempo
Tudo parece vazio
a solidão 
Já não me enche as lembranças
imaginas?
Esta realidade doída
tenho tudo
Nesta vida
vi-te olhar
O tempo

Tento sonhar
mas perdi o jeito
De te contemplar direito
não sei
Só sei que vem dentro de mim
gosto de tantas coisas
E gente
gosto de ser feliz
Transformar teus sonhos
em desenhos
Ser pura
em teu coração 
E alma
sou invisível
A outros mundos
imprevisíveis
Sou janela aberta por abrir



Fico por aqui sem te entender
sou parte do mundo
Que não sê vê
e não entendo porquê

Coisas do coração
delírios insano
Quero ter asas e voar
sei que me amas
A mim
quero sentir
Teu sorriso
ou choro
Acho que me perdi de ti
um pouco


Sem pensar
sou um anjo sem asas
Uma essência sem par
acariciando
Teus passos
poemas
E palavras
no meu mundo
Da Catarina
sem pensar
Talvez delírio insano
ter-te na minha vida

Te encanto
como num sonho
Realidade absurda
dizer que te amo
É mentira
não me contenho com pouco

domingo, janeiro 05, 2014

Eu quero mais do que uma mente aberta
sábia
Quero um coração 
que goste de mim

Cativa a mente
e não deixes de existir
Pois esta torna-te cega assim
que sejamos felizes
Cada instante voa
e leva um pedaço de ti
Não quero morrer já
apenas quero ser feliz
Pois sinto-me presa a ti
Peço-te que sonhes
pois esta incendeiam-te a alma
Regam-te o coração
ausente de mais uma ilusão
Quem tu pensas enganar
quando dizes que nada sentes por mim

Brigas significam
que consigo ser feliz
Nada pior
que imaginar-me sem ti
Que a verdade me siga
mesmo longe de ti
Hoje enchi-me de coragem
desde que te vi
Cada dia passa
sinto-me perdida assim
Este post
fala sem razão
Sentimento que preenche meu coração
amargo
Mas feliz

Fragmentos de um doce
sentimento
Chamado povo
tempo sem paciência
Eu apenas quero viver
deixa o teu recado no momento certo
Tempo para palavras
que baloiçam incertas na minha vida
Já não posso imaginar
será que amo
Aqueles que me endoidecem
e não me deixam ser feliz
Fragmentos de um mundo perverso
hoje enchi-me de coragem quando te vi


Todos os dias
sem nunca esperar
O que demora a vir
viver mais uma hora sem ti
Sentimento corrói
meu coração doentio
Se pudesse toma café
ao pé de ti
Este domingo

Quase poesia
espero sem nunca ter
O que vai
passa
Muito antes de te perder
nada tem a haver
Quero continuar a sonhar contigo
outra vez

Não tenho conhecimento
para afirmar que os outros
Fazem parte de mim
tu que me adoças a boca
E ao mundo
com o teu sorriso doce
Quem sabe se não fazes parte
do meu sonho
Por isso sou feliz
Da janela do meu quarto
sinto a chuva cair
Espero que nada te falte no mundo
que tu acabaste de adquirir
Mesmo que não seja perfeito
tantas mudanças
Adormeci de novo na minha cama
a espera de mensagem tua
Fiquei atordoada por saber
que regressaste a casa nesta trovoada
Um dia conto tudo
amo-te
E as vezes te odeio


Fico sem tempo
quando digo que me mentes
Talvez este amor
precise de uma colher
Este teu amor mata-me
sinto as mãos atadas
Pois não sou capaz
de te dizer
Que te adoro
mais do que uma vez
Existe nem sei para quê
não tenho o corpo perfeito
Apenas as ideias
e alma cheia
Existir para quê
minha vida não tem validade
meu coração fica ao meio
Minha mente procura
o que não encontro
Sem saber a verdade
juro-te um amor de verdade
Daqueles que fazem doer


sábado, janeiro 04, 2014

Sou menina sonhadora
juro eterno amor
A ti 
e ao mundo novo
Bem-vindo/a a Janeiro de 2014
Essa tua moral
foi demais
Porque nada te peço
eu sei que sou rival
De mim mesmo
entre este mundo novo
Será que tenho chances
de te dar mais um livro meu
Sentindo o mundo novo
a meus pés
É um vácuo
um segredo
Estranha sensação de te quer ver
perder
Permanecendo de pé
real não sou

Não existe tempo
nem espaço
Nem amor
nem verso
Nem nada
apenas rotina
Em busca de abraços
de carinho
De poemas


Uma palavra nova
que fala de amor
Por detrás de um corpo
existe uma história nova
Bolha que salta
Que nunca explode
que queima
E machuca
em meu corpo
Se tu chamas de amor
eu não posso
Pois aumenta
transborda
Tudo o que te peço
é que me ames agora
As pessoas falam de medos
sonhos
Amores de infância
por dentro do meu corpo
Existe uma história diferente
daquelas que falam diferente
De sentimentos idiotas
sempre que muda a luz
Pelo sol
existe gente que acorda
Com peito gelado
pois não sabem falar de amor
Falam da angustia  nos olhos


Se tu soubesses o tamanho 
da minha saudade
Achavas minha liberdade tentadora
e inacreditável
Lembra-te sempre dos pequenos detalhes
diante de muitas histórias boas
Que não te faltem palavras
pois estas ofuscam-te
Os sonhos
O amor quando passa
engana meio mundo
Na minha vida
toquei no interior
No meu coração
e descobri teu segredo
O amor doí
mas é sempre bom ver-te
A sorrir de novo
o amor quando passa
Transforma-se em amizade
pois dá carinho
E é de coração
Fica
um faz de conta
Esta moda
de pijama
Na rua
ninguém tem problemas
Dizem que o amor
é uma merda
Pois é como uma ferida que não fecha
nesta minha vida

Vontade até tenho
parar no passado
Preencher o presente
fazer contas para o futuro
Reaver os dicionários
e ser feliz
Hoje a tristeza 
não passa porque é vazia
Quando chega a noite
neste meu coração de menina
Chama por ti
louvado sejas
Até vontade tenho
mas saudades
Param-me assim
Saudade
que a minha alma fala
Se recusa a voltar
pois machuca
Quem fala mal
quando esta não me cabe no peito
Foge
pula
Brinca
nestes olhos cheios de alegria
Saudade até tenho
mata-me devagarinho
Com intensidade
de ser feliz
Vá vem-me ver
porque gosto de ti
E não é pouco

sexta-feira, janeiro 03, 2014

...para onde vão os tolos, pois todos procuram coroas....será tão difícil dizer...os demónios andam aí , caminham no lado oposto ...será tão difícil gostar de ti como gosto...será tudo um jogo que não deva jogar porque não tem fim...
Se eu não me lembrasse do que sinto
tristeza escrevia
Em teu corpo
será que mereço este desgosto
De amor
pois sinto falta da tua companhia
A saudade me machuca
Tudo me faz sorrir
num fim da tarde
Tanta coisa não sei
como chegar tarde
Vou sair um pouco
preciso de terapia
Urgente
doí-me a garganta
Será que existo em teu corpo?

Quero ser o teu pão
alimento , comida
Sentimento
transformar o tédio em rotina
Quero descobrir
o que tu fazes em 24h do dia
Quando não olho para ti
tudo me faz sorrir
Num fim da tarde
quero ser teu pão
Na minha boca
e comer-te
Como quem saboreia o amor

Quero me ames
acordo a noite
Rir sozinha
penetrar em teu corpo
Não consigo dormir
quero andar cantando
Fazer poesia
desde que seja verdade
Neste minha alma de mulher
quero que me ames
Ninguém te ouve
escuta
Quando a noite chega
há uma luz no túnel
Não sei muita coisa
nem tenho pretensão para ser querida
Tudo isto é intenso
nesta vida
Eu apenas quero ser interessante
até à ultima gotinha
Sinto o coração a sair pela boca
As vezes superar o passado não é fácil
esquecer os bons momentos
Apagar o necessário
de seres tu
A saudade é pouca como a fome
só passa quando se come

Me perdoa
desculpa-me
São tantas as saudades
neste teu mundo
Tua saudade é colorida
saudade de quem se ama
Na vida
me perdoa
Nesta saudade consentida
contudo meu amor muda
Queres namorar comigo, hoje?

Vou ter de contar
olhos que falam
Coisas que o coração sente
se tudo for nada
Nada será muito
como antigamente
Serei eu feliz neste MUNDO
impossível ser humano
Dou risada
porque sou triste
Em meu corpo
Não quero ser normal
apenas diferente
As vezes falta-me a coragem em teu corpo
não tenho medo
A viver é que se aprende
quero namorar
Sentir
tocar
E sentir
ser
Estar
sem mistério
Sem começo
prefiro sonhos
A pesadelos

Sou grande
dou risada
Quando estou perdida
se choro
Ninguém é perfeito
não tenho o coração de papel
Talvez não sinta graça
em ser engraçada
Sinto-me diferente
de tanta gente que passa por mim
Existem diferenças assim
não quero ser normal
Apenas gostar de ti
sou grande sou

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Sou grande
cheia de sonhos
De coragem
não tenho medo
Vazia
estou na tua cama
Não me leves a mal
quando gosto de ti
E não é pouco

Gosto de blues
não sou crítica
Apenas inocente
cuidado que te amo
Ando adaptar-me ao meio
não leves a mal
Gosto de ti
e de tanta gente


E não há fraquezas
e memórias
Cheias de altos
e baixos
No caminho
nada será tão bom
Como o último
pensa nisto
Não gosto de rótulos
chocar
Fugir
detesto hipocrisias
Gosto de inovar
e ser feliz
Os meus problemas
delírios
As minhas carências
tomo iniciativa
Com um sorriso no rosto
não choro por coisas banais
Estas perdem o sentido
um dia entenderás os motivos
Porque me colocam rótulos
Não sou fina
apenas sonhadora
Hoje observo o mundo
longe de ti
Espero que entendas assim
virado ao contrário
Me perdi
na verdade
Na importa
pois eu te amo
Poderia escrever um novo livro
no silencio do teu corpo
Tu aconchegas-me
encima de mim
Para sentir o que sinto
hoje só observo

Enquanto uns dormem
outros despertam no silencio
Da mente
sou autora do enredo
Se eu falasse entenderias
o quotidiano
Hoje observo o mundo
poderia escrever um novo livro


Amor
para mim é piada
Simples
vazia
Coisas
o mundo inteiro acorda
E tu dormes na minha cama
desde domingo
Porque me adoras
a chuva caí lá fora
Bate forte na janela
que não me deixa dormir
De forma tranquila
passo a minha mão sobre a tua quentinha



Sem sonho ou história
caminho preocupada
Com memórias vivas
Senti um aperto
forte
Pontual
vinha com intenção
De me destruir
Era o meu fim
uma escuridão silenciosa
Dolorosa
e vazia
Com falta de tinta
e doce
Gritei alto
ri
E perdi-me
no teu corpo
Frio
o que mais posso dizer
Que me obrigas a viver sozinha

quarta-feira, janeiro 01, 2014

Preciso de viver para não endoidecer
gosto da liberdade
Sou como bicho solto
neste teu amor
Não sou cega
apenas fiquei louca
Por sentir
meu coração
Gelado
para mim ainda não começou
Meu amor
este tormento
Gosto da liberdade
do frio que me acalma
A alma

Voltei com saudades de ti
em mim
Fui viajar pelo mundo
com pés descalços
Sorri
visitei lugares
E te conheci de novo
através de almas
E de espíritos
bebi
E fui cega
apenas fiquei louca
Por me sentir perto da tua cama

Gosto da adrenalina
necessito do amor
Paixão
até existe
Todos os dias
daquelas que causam borboletas no estômago
Gosto dos teus beijos doces
da tua boca
Do sexo do teu corpo
da tua entrega
Gosto das coisas mornas
mas não gosto de rotina
Sou do mundo louco
não gosto de me sentir vazia
Nem de estar triste a teu lado
prefiro 
Fugir
me esconder
Ser simplesmente feliz


É tão difícil as pessoas serem razoáveis
pois tornam-se poetas
Morrem com imagens
e fantasmas
As vezes mergulho entorpecida
cheia de cores
De amarelos
vazios de vida


Teu cheiro
teu olhar
Me afectou
livro de escrever
Pensar
que o sonho começou
Aposto no teu 
e escrevo de novo
A verdade que te amo
a ti e a meio mundo


Promete-me
que não choras mais
Misturo as palavras
na minha vida
Longo é o desejo
da loucura
Consumo teu beijo doce
na escuridão do teu corpo
Grito maluco/a
Promete-me
que me acordas
Deste sonho
agora
Promete-me
Vem buscar-me
não me deixes aqui
Com olhos cansados
vem buscar-me
Com urgência
de um amor assim
Por detrás do muro
enquanto brinco
Meu sentimento
é vagabundo
Volta para mim
O meu coração está cansado
entre a poesia 
E a loucura
brinco no teu corpo
De menino/a
desenho algumas linhas
Fica a faltar a infância
de mim menina
De repente choveu
ano novo 2014
Agua salpica minha cama
minha nova vida
Hoje tenho o corpo gelado
a minha alma
Salta-me do corpo
que seja público
Ou de bom gosto
não sei quem sou
Apenas sei que gosto de ti
a chuva é lixada
Tem o coração gelado
por este frio seco
Entre a loucura
e a poesia
Meu corpo brinca
com magia
Desenho linhas novas



terça-feira, dezembro 31, 2013

De repente 
doí-me tudo
A alma
o coração
Meu amor
teu corpo
Me agonia
porque sou torta
Digo o impossível
tem calma
O verão acabou
e o inverno começou
Frio 
e chuvoso
Sem sentido
aproxima-se o fim de ano
Desejo a todos um bom ano 2014
Sem beber
apenas escrevo
Histórias em folhas
sem ordem
Me desordeno
dividida por amores estranhos
Teu ritmo me domina
e eu sigo
Não te deixando ir
rio
E me enrolo a ti
pertinho de mim
Sem beber
Tenho vontade
de criar
Dividir
ironizar
Rir
e quando me apercebi
Porquê sonhar
um sonho triste
Enquanto reformo
o ser feliz
Procuro um novo lugar
uma nova forma de sentir
Jogo fora
um pedaço de mim
Que divido contigo

Por detrás da minha sombra
existe meu amor por ti
É tudo o que sei de mim
Desaparece
as vezes acordo
E não te vejo
sinto vertigens
E tu não
da mesma maneira
Deixa de tretas
sei que não me amas
Apenas gostas de mim
Já faz algum tempo
que sei o que sentes
Podes até dizer não
a um sim
Até podes lutar
para seres feliz
Posso até brincar contigo
mas os teus beijos estão cravados
Nas minhas bochechas
entre amores
Não me enquadro na tua vida
nem na tua boca
Porque sou normal
e tu não és assim
Recentemente soube
o amor é doce
E estranho
sem atitude
Digo-te tudo
te perdi com o olhar
Desejei-te mais do que qualquer um
e eu apenas te olho
Mais do que 10 vezes
é complicado
Serve o presente
para te dizer que te amo
Na minha cama
no meu carro azul
Tapo as orelhas
fecho os olhos
É a ti que eu quero ver
para não desanimar
Porque o mundo não me curte ainda que
estou a anos de luz
Sinto arrepios
quem me conhece
Pensa que só digo disparates
um dia
Amo-te
mas não aqui

Cobre-me meu amor
pinta a minha vida cor cor
E baralha-me o sentido
conversa comigo
O objectivo é amar
através do tempo
Que não volta atrás
sabes não consigo
Dizer que te amo
acreditas?


Meu coração
bate neste meu coração novo
Acelerado
bate com força
digo-te
Quanto mais bate
mais sofro
Teu amor sinto
como uma lufada de ar novo
Carpe diem
Não consigo encontras as palavras certas
para dizer que gosto de ti
E tu estás errado/a
Sem comentários
podes me ameaçar
Tu és cobarde
porque só vês o meu facebook
Mandas-me para o caralho
e dizes-me tudo
Insultas-me
passas
Metes o rabo entre as pernas
sabes ser feliz
Será?
já se passou um ano que te conheci
Sem comentários
não vou dizer que te amo
E que gosto de ti
Finalmente
com mérito
E orgulho
sinto uma sensação de liberdade
Neste limite de amor
quando alma acaba
Palavras
passem-se pelo teu corpo
Chuva
e frio que não passam
Qualquer dia vira rotina
este amor sem graça

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Quero um mundo novo
com charme
Amizade
amor
Aos pedaços
quero corrigir
Estou desiludida
quero o colorido
E com cor
não acredito
Odeio falhas
hipocrisia
E cinismo
por isso vai a merda
E arranja uma casa nova
se queres viver de novo
Eu já sou feliz
com ou sem ti
Tenho ideias
bom senso
Sem preconceitos
devo dizer
Não acredito na política
apesar de ser céptico
Tenho esperança 
de dias melhores
Mentiras de mulher
quero um mundo novo