domingo, junho 12, 2011

Todo o amor morre e mata
Todo sentimento fala de amor
Em desnaveio
Todo o amor é pedaço de vida
É comum
É solidão sentida
É sagrado
É pródigio
É doce
É amargo
Todo o amor é encantador
Infinito
Todo o amor vagueia
Escrito
Todo o amor
Tem parágrafo
Palavras
Sabor
dissabor
Todo o amor é estupor
Superior
inferior
Lembraste daquele beijo?
Tão sincero
E ligeiro

Todo o amor é



Talvez seja amizade/ amor
Não, é Alzheimer
Nem drogas
Apenas a idade sem sabor
são coisas que a vida não deixa esquecer
não sei o que vi em ti
às vezes tento fugir
pra te esquecer
porque não sou feliz
mas depois partilhamos tantas coisas
há alguma coisa no teu olhar
talvez paixão
ontem fizeste-me sentir uma dor na alma
e no coração
o meu amor cria luz
me dá inspiração
me conduz me liberta
meu doce
meu mel
meu poema ardente
meu beija flor
nestas noites frias
invento amor
sem paixão

quinta-feira, maio 26, 2011


Vêm não chores
Amizade não está perdida
O amor passou
A verdade seja dita
Nem sei porque você ligou
Nem o que você sentia
Parece um (a) idiota
Nesta vida
Você é vago (a)
Ilusão
Pura paixão
Você é lembrança em meu coração
Você que não me satisfaz
Homem / Mulher
Você não é capaz
De ser o meu amor um dia

sexta-feira, maio 20, 2011



Gosto de ti
Do teu abraço
Fofo
Gostoso
Malandro
Quente
Real
Fiquei mal
Seu amor passou
Você não sabe o qu’ é o amor
Tanta treta
Mentira irreal
Tiro você da minha vida
Cabe a mim e mais ninguém
Você é frio (a)
Nem imagina

quarta-feira, maio 18, 2011

A doçura não assusta ninguém, mas devia.
A doçura é perigosa
É um estado de Alma
É a mais terrível dos venenos,
Lento, suave, morno
E deliciosamente letal
Um medo imediato
E mortal
Faz disto o poema mais lido

quinta-feira, maio 12, 2011





Quem sou eu ?
No Mundo dos loucos (as)
Descrevo sentimentos sem glória
Perco a compostura
Sinto-me um (a) idiota
Não quero beijar alguém perfeito (a)
Com falta de juízo
Mas que me dê valor
Por ser homem / mulher
Que m’ encha o coração
Que me ajude a conquistar o Mundo
Que queira ser meu amigo (a)
Que não queira apenas ser famoso (a)
Que me dê a mão
Que não seja hipócrita
Nem mentiroso (a)
Que diga que me ama
Da maneira certa
Não da maneira torta!

sábado, maio 07, 2011


Tudo o que vier
Eu escrevo
Os meus dedos soletram medo
Falo deste meu amor
Com que te adormeço
Escrevo tanta coisa
Sou uma folha
Neste meu poema
Emoção
Mas falar-te na cara é que não
Sou caneta
Papel
Tinta
Falo-te dum amor
Com pimenta
Que não é meu
Talvez uma desilusão
Escrevo de manhã
À tarde
De inverno
Ou verão
E no entanto estou sózinha (o)
Sem rumo
Nem direcção
E no entanto tudo o que vier

domingo, maio 01, 2011


Quando digo que o amor é incondicional
É porque não o entendo
Por ti faria tudo
Morreria se fosse preciso
Até ficar louca (o)
Do mesmo jeito
Impávida (o)
Serena (o)
Eu sei lá
Tu adoras-me
Chatiar-me
E no entanto eu te amo
Tiras-me do sério
Dás-me força
Eu não sou capaz
Fico renitente
Quando chegas derreto
Quando te vais embora desespero
A tua respiração acelera quando me vês assim
O qu’ é que tu queres de mim ?
Que prove desse teu veneno ?

segunda-feira, abril 18, 2011

Amor da treta
Farta (o) de rotina
Acabei por descobrir
Aquilo que mais temia
O amor é irracional
E não faz sentido
Deste jeito
Começo achar que o amor
É uma treta
Desde início
Acreditamos nas palavras das pessoas
Que mal conhecemos
Por ser doces
E infantis
Nas falsas promessas
Mas afinal há limites
Estremecemos com toque na nossa pele
Um olhar
Beijo
Será que nunca apreendemos
Com nossa falta de jeito?
Eu me confesso
Hoje li o jornal
E fui ao cinema
O amor verdadeiro
Não existe!
Nem em nenhum poema
Toca de escrever poemas
Talvez tenha falha no colesterol
Sim acredito que o amor é uma treta inventada
Achas normal?
Arrancaste-me do meu Mundo perfumado

sábado, abril 09, 2011


Talvez seja culpada  (o)
De te olhar
De te comer da maneira errada
Não, não me arrependo de nada
Homem / mulher
Talvez a minha vida seja uma metáfora
Entrei
Desviei o olhar
Enquanto te olhava
Vi-te
E no entanto
Ao te tocar
Senti o amor
A penetrar-me
A alma

Talvez seja culpada  (o)
De te olhar
De te comer da maneira errada
Não, não me arrependo de nada
Homem / mulher
Talvez a minha vida seja uma metáfora
Entrei
Desviei o olhar
Enquanto te olhava
Vi-te
E no entanto
Ao te tocar
Senti o amor
A penetrar-me
A alma

segunda-feira, abril 04, 2011


Um vazio eu sinto
Meu coração aos pulos
Quando te vejo
A sorrir para mim
Tudo parece doído
Morro aos poucos
Um vazio invade meu corpo
Que m’ encendeia
E me desperta nesta mistura de sonhos
Teu jeito me encadeia
Tão gostoso
E febril
Mas não há doença
E no entanto
Olho-te
Desejo-te
Digo-te
Pára de me controlar
Minha mão passa pelo teu corpo
De madrugada até despertar
E no entanto tenho mil
E nenhum (a) presta

Um vazio eu sinto
Meu coração aos pulos
Quando te vejo
A sorrir para mim
Tudo parece doído
Morro aos poucos
Um vazio invade meu corpo
Que m’ encendeia
E me desperta nesta mistura de sonhos
Teu jeito me encadeia
Tão gostoso
E febril
Mas não há doença
E no entanto
Olho-te
Desejo-te
Digo-te
Pára de me controlar
Minha mão passa pelo teu corpo
De madrugada até despertar
E no entanto tenho mil
E nenhum (a) presta

sexta-feira, março 18, 2011

Diz-me o que não é verdade
Há quem diga que o amor é amargo
Absurdo
Faz girar o mundo
É mais poderoso que diamante na mão
É agradável
Fofo
Mas tem relatos suicidas
É envergonhado
Militar
Faz-se na rua
Na cama
No chão
Grita palavrão
Tem histórias divertidas
Muda de tempo
De disposição
Altera toda uma vida
Diz-me a verdade
Namoras comigo ou não?
Diz-me o que não é verdade
Há quem diga que o amor é amargo
Absurdo
Faz girar o mundo
É mais poderoso que diamante na mão
É agradável
Fofo
Mas tem relatos suicidas
É envergonhado
Militar
Faz-se na rua
Na cama
No chão
Grita palavrão
Tem histórias divertidas
Muda de tempo
De disposição
Altera toda uma vida
Diz-me a verdade
Namoras comigo ou não?