quinta-feira, janeiro 23, 2014

Não existe compromissos
nem enganos
Promessas
não me acho um verme
Nem tão pouco egoísta
apenas sou tomada por fantasias minhas

Não sei quanto amor tenho
apenas a cada momento
Sinto um vazio na minha cama
contigo mesmo
Posso até ser estranha
mas nunca mudei
Atendendo ao que vejo
cada sonho meu
Traz-me a alegria
não sei amar pela metade
Hoje acordei cedo
mas a tua mensagem de boa noite
Não recebi ainda
será que já não gostas de mim
Sinto falta
dos momentos que passo contigo
Do cheiro da chuva
do calor da tua boca
Do vazio
que me preenche o corpo
Sinto falta
de coisas novas
Até ao fim da vida
choro
Hoje em me entrego
neste teu habitat
Talvez cedas
o amor
é um sentimento absurdo
Intacto
sagrado
Não me dá descanso
e é mal visto
Sabes sinto falta de ti
O peso na tua ausência
na tua tendência
Do que publico
sem rumo
Sem histeria
digo te amo
Não sou terrorista
apenas cuido da pele
Do teu corpo
choro por covardia
Por este amor estranho
Aqui coloco
tudo o que sinto
E digo
o que me vai na alma
Participa
eu te amo
Não sei se te fiz chorar
peço-te desculpa
Por te querer mais
choro de alegria
E não de veneno
pois tenho alma viva
Dizendo quero-te
aqui
E agora
fora dos meus poemas

quarta-feira, janeiro 22, 2014

Não sou feliz
porque não te tenho
Apenas sou diferente do mundo
quando te digo te amo
O meu amor vêem como perfume
diferente todas as manhãs
No 1º dia que saí contigo
toda a vida senti
Rasguei-me como um trapo velho
enquanto a musica tocava de novo
Só pensei parar para te beijar
de leve e doce
Porque me apetece
atreve-te
A dar-me um beijo
na cara
Ou na boca
Muda de cabelo
vai ao cinema
Manda-me sms
de boa noite
Diz-me que me amas
uma foto nova
Veste-te de novo
vive
Sonho que deixa saudade
mata-nos
Cor
é sabor
Dorme comigo de novo
e deixa-te de coisas novas
Hoje estou desbotada
sem chama 
Ou graça
sem cheiro
Sinto-me perdida
e longe de tudo



A vida
as pessoas
São todas iguais
já sentes borboletas no estômago
Frio na barriga
então estás apaixonado/a
É assim a vida
Será isto um livro novo
um livro onde escrevo
Que te amo
mas ando perdida
Sou como um sonho acordado
de uma vida
Colorida
talvez seja incompreendido
Sou paquera
sou pequena
E alta demais
não sou feliz
Porque te tenho a ti


Meu amor
não quer ir embora
Já passaram horas
e o meu coração
Esquenta-me os pés
depois de tudo
Quero viver
um dia de cada vez

Meu amor
é fogo que se apaga
Sem graça
é fumo
Ar que respiro
que funciona
Isqueiro
combustível
Corpo que se apaga
apesar do gelo constante
Muda o cabelo
vai ao cinema
Meu amor
é fogo que se apaga

Falo de um amor
e se for preciso
Uso palavras
teus olhos
Só me vêem a mim
queria te dizer
Que só tenho olhos para ti
tu que me dás amor
Eu queria
de ti gostar pouco
E em vês disso 
tu me sorris pouco
Com um sorriso lindo
capaz de apagar meu amor
Num corpo
Tenho os olhos verdes
mas só tenho olhos para ti
Quando não estas invisível
tenho-te ao pé de mim
Coisas de um amor doído
nada me serve escrever
O que sinto
pois padeço assim
Tenho os olhos verdes

terça-feira, janeiro 21, 2014

Meu amor
pede cama
Desejo
e eu apenas te dei cobertor um dia
E tu puseste-me na rua
porque não me amavas ainda
Se eu morrer amanhã
tu vais chorar toda a vida
Porque o meu coração
não é meu
A ti te amo
e o mundo eu quero
Talvez meu amor
peça cama
Seu estupor/a
quem pensas tu amar
Alguém diferente


Só sei que de ti
quero tudo
E não quero nada
e afinal a tua ausência
Fica marcada
pelas minhas palavras
No meu corpo
Eu queria 
ter-te hoje
mas ainda não te vi
E te tenho
o que é mais estranho
Pensei em ti
o dia inteiro
Na sala
na rua
No carro
e te dizer olá
Com a mentira me enganas
eu queria
Te levar para a cama
e no entanto não te levei ainda
Eu queria

Hoje faço parte do quotidiano
meu amor presente
Com tempo
é engraçado
Teu corpo não me interessa
este domingo
Até à data presente
hoje faço parte do quotidiano

Hoje apetece-me falar
escrever
Amar
contemplar
Teu pedaço
hoje sinto-me frágil
Tuas lágrimas me consomem
meu coração fica atento

Gosto de ti
talvez por isso muitos me sigam
Assim
A minha alma grita
sem talento
O meu coração sente
onde as palavras mentem
E as minhas mãos escrevem
hoje procurei-te
Todo o dia
Não tive inspiração
cheguei tarde
Não te vi
sabia de cor
As horas
será que não sentes o mesmo
Eu amo-te
desde que te vi
Talvez perca tempo
em te desejando deste jeito
Ensinando
e apreendendo
Não te esqueças como gosto de ti

Hoje procurei-te
mas não te encontrei
Dizes que não sou preta
apenas tenho alma viva

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Sem talento
dizes que não sou poeta
Por muito que sinta
desvalorizas-me
Apagas-me da tua vida

Olá
sou uma pessoa normal
Com defeitos
não tenho forças
Quando escrevo 
de novo que te amo
Nos meus poemas
amo-te 
Incondicionalmente
chega de pontos nos iiiiii

Um dia rimos
por causa do amor
Minha embriaguez resulta de tanta dor
talvez não seja compreensiva
Nesta questão do coração
esse teu jeito
Leva à loucura de um sonho
só te peço para sorrires mais uma vez
Que a vida não seja apenas um sonho
mas sim amor
Não te preocupes de novo
que seja agridoce
Meu coração espera por ti
o meu mundo gira
Quando eu te grito assim
A vida espera docemente
e tu ama-me menos
Que sejas doce
nesse teu amor
Ninguém disse ama-me de novo

Algo que começa
e não acaba
Ideia velha
dizer que te amo
De verdade
depressa vou até a tua morada
Incerta
perdida
Divirto-me a Bessa
nesta tua vida
Algo que começa
Um dia
tive a ilusão
Que beijava tua boca
por isso te deixei ir
Com o coração doído
e louco assim
Nunca mais foi o mesmo
desde que partiste
Um dia perguntaste-me
se eu te amo
Não sentes isso?
sorrisos sempre existiram
Espontâneo
mítico
Deslumbrante
Paraliso a tua frente
assim sou eu
Sozinha
louca e sóbria

Abraça-me esta noite
agua
Sol nascente
no presente
Talvez gélidas palavras
dizer que gosto do teu perfume
Pois mais um pouco encima
porque eu adoro
Apaixono-me todos os dias
tudo na realidade vira sonho
Quem te ama
persiste
Menino/a
desculpa se pensei mal da tua vida
Um dia
abraça-me esta noite

Hoje chove
agua caí
Limpa
limpa o meu carro de novo
Talvez espelho de alma reflicta
contempla
Algo flui
Transforma
teus olhos
Num horizonte
sem cor
Chove de novo
tecnicamente
Mas não só para mim

domingo, janeiro 19, 2014

Com um amor profundo
exploro ideias
Transformo corações
do que vale canções
Sem corações
a seguir
Sem medo caminho
é difícil sonhar
Quando ainda estou perdida
Vive novos sonhos
aromas
Cores
emoções
Voo muitas vezes
num mar profundo
Exploro ideias de outro mundo

Choro
sonho
Renasço
vivo
Entre o carinho
e o mundo
Sem forças
falo de ti
Neste meu novo livro

É incrível como voo
num espaço
Sem regras
nem tempo
Volto em segundos
para o meu amor de verdade
Coração que sente
tenta fluir
Leva a alma
recria traumas
Permite sonhar tudo o que perdi

Minhas palavras
tem ar de ser negras
E eu apenas deixo o coração fluir
coração que sente
que te ama assim


Vejo-te só
como podes amar alguém
Que não te ama
voltando a realidade
Fico sentada
sonhando com a vida
Com um turbilhão de lembranças
raramente fico triste
Sabes as vezes não tenho controlo
deixei de ser egoísta
Agora tento ser forte
partilho tudo na vida


Um dia acreditei na felicidade
mas já era tarde demais
Abdiquei de paz
de dizer que te amo

Amor distante
ilusão
Verso
poema
Paredes
mistérios
Capricho
talvez amor seja bestial

Meu romance é incolor
pois permite-me que a saudade
Me sufoque
e a rotina se acomode
Talvez por ser sonhadora
quero um mundo novo
Vivo
porque já morri
Em busca da pessoa certa
já me fodi
Sinto falta de ti
do teu perfume
Corpo
dos teus gritos
Do teu choro
sinto falta
Dos teus recantos
de quando piscas os olhos
Sinto falta



Eu quero ser feliz
poucas são as palavras que falam de ti
A vida são promessas vazias
em meu coração de menina

Quero algo
mais do continuidade
Quero uma postagem diferente
recente
Que fale da verdade
meu querido/a
Obrigada/o
por me ensinares a formula de verdade
Eu já me cansei de amores pobres
e velhos
Reverencio-me no silencio
destes meus poemas
Que falam de ti

sábado, janeiro 18, 2014

Provar do teu veneno
não sou capaz
Não quero emoções fortes
porque sou sonhadora
Deixa de brincar com sentimentos
dos outros
Porque já não sou menina
As vezes observo-te
e choro
Acho-te tolo/a
tento dizer o que sinto
Sinto frio 
e descontrolo
Enquanto a chuva cai
incapaz para amar
Queria te contar
as minhas asas não voam

Amor é limite
onde arquiva o sentimento vivo
E herdado
amor nem sempre começa cedo
Muitas vezes aparece tarde
de relâmpago
 Com um abraço
ou com um beijinho doce

Amor que é amor
é privilegiado e seguro
Rola para baixo da cama
dos lençóis
E é seguro
encima da cama
No escuro
pode até , ser imprevisto
Quente e ardente
leitura romântica
Entrar-te na mente
o amor é um limite


Não sei se importa
quem és!
Se és ou não infiel
mas as palavras que te escrevo
As vezes cheiram mal
por isso faço barcos de papel
Eu queria uma epopeia de corações
colocar todas as palavras
Com sentimentos
mas sem ilusões
Construir uma vida contigo
e exorcizar minhas dores
Talvez seja fácil
ou de vinculações
Eu queria ter boas lembranças de ti

Queria apagar
meus medos
Navegar em teu amor
Transformar o carinho
em dor
Talvez paixão
seja amor
Queria de tudo um pouco

Penso em te ver
falando de espaço
Mantenho as verdades
quando estas viram mentiras
Perco-te
um dia te olho
E beijo-te
ai tudo muda
Olho para o tempo
que não passa
Tudo parece relativo
e me ultrapassa
Porque te encontrei um dia
tudo muda
Nesta vida de sonho

É estranho
tenho um carinho especial por ti
Desde que te conheci
enquanto me lembro do teu olhar doce
Adormeço com jeito
Meus sonhos
São tuas ordens de novo
como é fácil de te desejar
Devaneios
e realidade
Se confundem
sabes estou entre a ti

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Penso
logo digo
Quero-te comigo
na verdade 
Nada existe
noite que termina
Teus olhos
gelam-me alma
Te encaro como um dialogo
Penso 
e logo falo 
É incrível meu sentimento
voar alto 
Pois nunca volta
renasço de novo
Vivo
até ter cor
Basta olhar-te de novo

Já nada me preenche
coisas do meu coração insano
Quero ter asas e voar
dentro e fora de ti
Com a verdade me enganas assim
Sabes, tenho medo
que já não gostes de mim
As vezes sinto-me exausta assim
desses teus gritos
Choro
de tudo um pouco
Das vitórias
fico triste
Porque sou impedida
o que te poderei dizer
Talvez não encaixes na minha vida
e nos mesmos poemas
Não sei deixa-me ver-te
meu coração grita
Meu pulse morre
muitos contestam a minha vida
Até como durmo
Olha com olhos
que as minhas palavras
Juntem forças
as letras surjam
Como já viste adivinho muita coisa
o que é estranho


A minha poesia sai-me do coração
factor um
Por entre os dedos goteja
ponto dois
Cada sílaba é um transtorno
de palavras novas

A minha alma
ganha vida
Provoca emoções vivas
trazem calma
A muitos corações

Sobre mim
sabes quem sou?
Uma verdadeira incógnita
onde existo
Fecho os olhos
divididos momentos
Minhas palavras impõem
sentimentos assim
Talvez poemas soltos
 falar-te deste meu reflexo de alma
Como eu gosto de ti
um dia meus sonhos
se concretizam
Sobre mim
tu sabes pouco
Sinto falta
da harmonia
Em volta de mim
quando não estas comigo
Sou inventada
pois olho perto
Me rasgo entre as tuas palavras
e a realidade de um corpo
Merda
vazou tudo
Toma jeito
quanta angústia em teu peito assim
Sinto falta do teu sorriso
ao pé de mim
De carinho
e Harmonia
Do fim do mundo
para cá
Do lado do ar
é tudo dentro
Várias portas
onde não me encontro
Fecho os olhos
será que entendes

Te encanto com um sorriso
realidade absurda dizê-lo
Sem pensar
sou como um anjo sem asas
Na essência acariciando meus poemas
do que falo
Fico sem entender maior parte do mundo




quinta-feira, janeiro 16, 2014

Preciso dizer sim
para não dizer não
Penso continuar a escrever
porque é o que sinto desde então
Que a verdade me engane
seja só coração
Porque a mente
não entende
Quando te digo
te amo e não é ilusão
Talvez seja velha
em entender
Minha paixão assim
Escrevo para respirar de novo
não tenho medo de errar
Nem um pouco
não tenho vocação
Para não gostar de todos

Pois bem falo de mim pouco
porque aposto no amor
E na felicidade
nasci bem
Cometo incidências
sem pudor
Mas não invado teu espaço
vivo a vida como quero

Um dia disseste que não era invasiva
mas era distante
Não me conhecias com poeta
apenas como Catarina Dá Mesquita
Que gostavas de tudo um pouco
o que escrevo
Meu silencio mastigou
esse teu coração
Minha infantilidade
pois bem falo de mim pouco
Essa é a verdade

A minha vida
é um amontoado de palavras inúteis
Estou cansada
desta vida pública
Será que alguém me quer?
não julgues meus poemas
É tudo o que sinto por ti
a minha vida
Não gozo
só não entendo!
Todo o mundo fala
deste amor da treta
Pode parecer arrogância
mas sou objectiva
Não banalizo
as aparências
Pois sou humana
não corro riscos
Escrevo apenas história nova
quantas vezes for preciso
Estou cansada que me digas
que não me amas
Nem como amiga
Não sinto inveja
gosto de tudo o que sou
Portanto se não gostares
escusas de ler
Deixa de coisas
e vive a vida como podes
Sonhos acompanham-te
quando de novo fechares os olhos
Não sinto inveja nem um pouco
Para de me criticares
não te esqueças que sou simples
E que conheço meu amor
meu feitio
E tu o que vês, quando dormes?
lês um bom livro
Amar é dor
e amor
Quem sou?
quando digo que gosto de ti
Mas não é pouco
e te quero comigo

Posso até te escrever
sobre vários corações
Sabes tenho medo
das tuas doidices
Das tuas ilusões


Vivo a vida
como quero
Trabalho todos os dias
não sou hostil
Apenas amiga
imaginária
Viva
e linda
Eterna
amorosa
Não sou arrogante
apenas tenho mau feitio
Muitos defeitos
desisto
Não sou perfeita
mas gosto de quem sou
Vivo a vida
Quando estou contigo
sinto-me confusa
Sim !
hoje pela primeira vez
Fui espontânea
sabes um dia disseste que não era invasiva
E no entanto casaste-te
o que me leva a pensar que não gostavas de mim
Da mesma maneira que eu gosto

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Infelizmente gosto de ti
e não é pouco
O mundo até pode passar para mim aos poucos
sabes sinto uma necessidade de escrever
Até me seca a boca
bem sei que a leitura faz parte
De uma amizade louca
Sabes quero o teu sorriso
beija-me a boca
E lambe-me
o peito
Chamas isto de fantasia
eu chamo isto de corno
Posso até ter mau feitio
frágil
Escuto
o que me incomoda
É o Mundo pois este é fodido

Já te olhaste?
quantos amigos tens??
Garanto-te que não muitos
sabes o que significa amizade?
Talvez um conjunto de coisas
ignoras a minha táctica
Afastas-me por motivos infinitos
desistir nunca de ti
Afinal ainda tenho tempo
já te olhaste?

Sabes uma coisa
sei o teu telefone de casa
E agora!
tranco-te na minha mente
Cicatrizes de um amor vadio
teu sorriso
Me aniquila
por não te dizer
E escrever
o que se passa no meu pensamento
Gosto de ti
por mais que me dou-a
Que tu não entendas
por mais que choro
Quando digo que te adoro
eu sou gente
Sabes uma coisa
o teu telefone toca
Outra mulher
presente
Posso até te amar
ontem enquanto sonhava
Chamava por ti
o meu calor
É o meu aconchego
pois tenho o peito cheio de ternura
E amor
tu és o ar que eu respiro

Não sofro por antecipação
apenas por amor
As saudades machucam-me
sabes procuro aquilo que não posso ter
Mas só me dispo
se o meu corpo manter o calor
Dentro ou fora do teu corpo
talvez precise de escrever
Que te amo
mas não apenas aqui
Ou nos meus livros

Infelizmente gosto de ti
e não é pouco
O mundo até pode passar para mim aos poucos
sabes sinto uma necessidade de escrever
Até me seca a boca
bem sei que a leitura faz parte
De uma amizade louca
Tudo me torna saudável
não sei viver de mentiras
Apenas de amores
intensos
E divertidos


Vamos embora
sinto a garganta magoada
Choro
sinto falta de olho gordo
Engordo
sem vontade de resistir
A partir de agora
vou ser feliz
Com ou sem ti



Meu mundo nem sempre é gentil
para mim mesmo
Sou composta por uma urgência intensa
por tristezas absolutas em teu corpo
Sou todo um vazio
da tua loucura
Talvez por isso caminho sozinha

terça-feira, janeiro 14, 2014

Ontem foi uma noite especial
enquanto a musica tocava
Não parava de sentir
não sabia se havia de chorar
Ou rir
como uma louca
Talvez apenas te olhava
esperava que me preenchesses
A boca com marmelada
As vezes bate uma tristeza
que me faz arriscar
Na minha infantilidade
no mal que me rodeia
Estou a falar na verdade das palavras
e das pessoas
Na inocência de olhares
sem falsidade
Preciso de um sorriso
teu todos os dias
Se paro fico com a realidade
que não presta
Queria beber essa tua boca assim
e afinal em vez disso fiz amor contigo
Arisco quando acordo
deprimente
Mas tu nem se quer me perguntas
porque estou doente
És tu que eu quero
talvez seja assim parágrafos
Mal escritos
de muita luta por ti
Digo-te a verdade

Eu queria que tudo desse certo
e na verdade tudo dá errado
Até perdi um dente
agora pareço uma pirata

Meu quarto está escuro
não chove mais
Entretanto perco a noção 
do teu coração de chocolate
Entre o real
e o abstracto
As vezes fico esgotada
de tento pensar com a cabeça
Eu queria tudo
e não tenho nada

A vida é uma droga, não é?
pois somos responsáveis por nós mesmos
Estou intoxicada por ti
pelo teu amor
Pela tua amizade
por um amor que não é para mim
Juro que escrevo tudo
meus quarto esta escuro
Não chove mais poemas de amor
a vida é uma droga, não é?

Cofre escuro
sem luz
Houve um curto circuito
o frio entra
Chega a incomodar
o horário passa
E eu tenho que trabalhar
se tudo fosse fácil
Eu diria que sim
doí-me a cabeça
De tanto amor assim

É bom testar frases feitas
lá estou eu martelando de novo
Tu não vais a lado nenhum
porque te consigo agarrar ao sofá
À tua sala 
para leres os meus poemas
É bom testar
Porcaria de tempo
que não me deixa fugir
Raramente desperdiço conversas contigo
tantos golpes
Em meus ouvidos
Na mesma frase
infelizmente as palavras mudam
De timbre
de som
De ouvido

Sinto falta de cor
e de amor
Tenta entender
não consigo evitar este sentimento
Porque te amo de verdade
será que ainda me queres
Por favor pensa em mim agora
sinto falta de cor
E de sabor

segunda-feira, janeiro 13, 2014

Inquieta
queria lembrar acordada
No entanto escrevo poesia erótica
foda-se
Talvez carência sexual
isto não é normal
Na minha vida
A chuva cai
minha boca seca
Faço rimas
bebo canecas
Tenho fraqueza
não sei se é bom
Não leves mal
não sei se é fome
Ou saudade
lembro-me que posso escrever
Sobre o que me doí na realidade
não é solução
Boca que me beija
me pega
Me puxa
sinto-me invadida
Por um doce
como lambuzar tua boca
Chuva que cai refresca
sentimento louco
Como este meu amor

Um dia eu te mirei
e não estranhei
Senti teu coração fechado
em silêncios
E desabafos
Queria-te cheirar
E sentir borboletas no estômago
seria da roupa que usava
Da luz que me iluminava
com coração triste
Inquieta estou

Quando te cheiro
de manhã Cheiras a banho
Com fragrância de amor
talvez seja egoísta
E louca
por falar de dor
Faço poesia como se fizesse amor
é tipo bichinho
Gracioso
que voa sem asas
Simpatizei contigo
desde de cedo
Nunca morri em teus braços
se não lembrava-me

Surjo bela
com um suave toque
Irradio
felicidade
Magia
cheiro teu perfume
Na minha pele
salto para dentro da mansidão
Que permanece dentro do meu coração
Senti a magnitude
das palavras bonitas
Este íman puxa-me para ti
sinto-me boba
Gosto tanto de ti
como de uma bússola


Mais um dia em nome do silencio
Falo-te  por falar
Acostumei-me a escrever
pois sufoca-me o coração
Talvez te fale numa língua nova
ou talvez não
Eu não nasci para a poesia
e no entanto sinto-me boba


domingo, janeiro 12, 2014

Os apertos por vezes
fazem-nos adormecer
Descalças
sem ténis
Ou sapatos
descrevo calma
Sabonete
e agua
Pego na roupa
e no telemóvel
5ª feira esbarro em ti
Coisa fina
mais um dia
Em nome do silencio adormeci
por vezes acordo com aperto
No coração ou será alma
de não te ter ao pé de mim
Talvez seja amor
claro que tenho medo
Minha alegria
meu espanto
Já sofreu visão libélula
gostava de continuar
Tentando
mas tudo terminou
Agora vivo sonhando 
apenas contigo meu amor

Ao longo do tempo
sinto arrepios loucos
Nos meus cabelos curtos

Ao longo do tempo
sinto arrepios loucos
Nos meus cabelos curtos
enquanto meu corpo arrefece
E reage a um novo mundo
estava pensando de olhos fechados
Sem drama
escrevi novo poema
Sem charme
posso até te amar devagarinho
Entre sangue e suor
misturam-se odores
De nossos corpos quando se juntam
nossa pele repele gemidos
Talvez seja amor
Sou quem contagia o vento
acordo perto de ti
Que a minha maioridade
me reserve segurança
Ao longo do tempo assim


O que escrevo é uma espécie de fome
que largo dentro do teu corpo assim
Porque anseio ir ao teu encontro
minha poesia é rotulada de louca sem controlo
Meus livros até podem ser tristes
amargos e violentos
Meus olhos reflectem um cansaço imenso


Escrevo por necessidade
uma espécie de fome
Que tenho dentro de mim


Sinto a cabeça latejando
quem escolhe caí na solidão
Sem vida
sem poemas soltos

Cuidado com o medo
pois este rouba o sonhos
Há uma diferença entre desistir
e perceber que não dá mais
Tem gente que me perde todos os dias
e ainda não deu conta
Um dia canso-me de ser trouxa
e apreendo a ser fria
Sinto ciúme de tudo e todos
talvez o que eu escreva seja real

Nunca percas o teu lado criança
uma fruta demais apodrece
Estou com raiva porque tu me fazes rir
cuidado com as pessoas mentem
Sorrisos enganam
e palavras iludem na vida
Não basta falar de mim
tenho que inventar ainda

Coisas boas vêem com o tempo
o meu " nada" tem mil e um significados
Doí-te querer abraçar e não poder
aí eu olho para nada
E penso em tudo!

Idade não define maturidade
voltei
As vezes apetece-me pular
gritar
Conter
correr eu sei lá
Mais o quê
ando com vontade mudar meu nome
Com a felicidade
a teu lado
A idade não define maturidade

sábado, janeiro 11, 2014

Sou desejo
nada me falta
Nem mesmo teus beijos
sou burguês
Português
sou cowboy
Mas não sou casada

Eu escrevo
como se quisesse salvar meio mundo
De ter fome
ou saudades de amor
Tomara que a tristeza não te convença
que a saudade não me perca
Porque me apaixonei por ti
teu sorriso preenche
Meu coração dentro de mim
de uma forma maluca
Quase doída assim
Estou feliz
sou daquele tipo de pessoa
Que escuta
meio mundo
E fica apenas com as palavras

Palavras que precisam de sorrir
para não chorarem
Mergulho no teu interior
de cara lavada
Sozinha ou acompanhada
sou querida
Cinza que é negra
a minha é encarnada viva
Talvez paixão de menina

Renuncio
mudo as palavras
Difícil
giro
Rodo
Pego nelas
Apesar de tudo
abro a janela
E só falo amor



Banco de memórias
namoro
Ou amizade
porquê, agora?
Já te falei a verdade
logo agora
Que te apaguei do meu pensamento
Uma vezes falo de amor
outras de tristeza
Banco de memórias
de descobertas

Conversas até tenho
neste meu Blog da treta
Mas ninguém me leva a banhos
umas vezes falo de um amor 
Da porcaria

Quem sou
um cérebro
De acordo com a pesquisa
de uma universidade portuguesa
Sou quem escreve e fala de poesia

Todos os dias
voo alto
Leve e solta
sem documentos
Procuro tua boca
e sou feliz
Quem sou?
um cérebro
Sem fogo
uma mera aprendiz?
De acordo com a pesquisa do google
chamo-me Catarina Dá Mesquita
Vivo em Lisboa
mas adoro Paris
Todos os dias voo

sexta-feira, janeiro 10, 2014

Meu amor é uma pedra dura
Pela calçada que tu passas na rua
as vezes não tem graça
Quando te digo
apenas quero um sorriso teu de bons dias
Um beijo doce
na bochecha
Quero viva
e no entanto pareces cansado/a
Meu amor
quer mais um livro
E apenas quero dormir
pois sonho contigo
Deixa-lá de palhaçada


Amo-te
Quero-te
Desejo-te
Adoro-te
Todos os dias
Da minha vida
Posso mesmo amar-te?
Porque o amor é relativo
Escuta-me
Deixa-me falar-te
A verdade amo-te
Ando com o coração aos pulos
Não sei  é até a quando
Cada vez sonho mais contigo
Como posso dizer amo-te
Se te conheço pouco
Apenas vejo-te todo os dias
E tu me sabe a pouco
Um dia quero um beijo
teu na minha boca
Quero lamber-te
chupar-te
Como um chocolate doce
quero passear contigo
De mãos dadas
na rua
Ou no cinema
quero meio mundo olhando
E comentando
que EU te AMO de VERDADE
Um dia quero um beijo
Te encontro 
e as vezes me acho
Nas palavras que faço
no cheiro que sinto
Talvez palavras certas
no inverso da poesia
Sem tom
sem rimas
Te encontro no passado
e caminho contigo no presente
No vazio da minha alma
sentida

Ah, como eu te amo
teus olhos 
Invadem-me a alma
e despem-me o corpo
Percorreres-me com arrepios
de desejo
Muitas vezes chorei
por sentir saudades
Tuas assim
tempo que contigo passei
Fazem filmes únicos 

Te escrevo
e te digo
Amo-te
desde o inicio 
a cada ausência tua
E o mais estranho
tenho saudades tuas

Com a doçura do teu beijo
sinto uma brisa suave
A tocar no meu corpo quente
tudo me encanta
E me satisfaz

Talvez o inesperado 
seja, falando-te
Dizendo-te
de pés descalços
Com teu nome
levo em teu corpo
Um sentimento que escrevo branco
o meu coração
É recheado com mil poesias novas
falo-te de um amor
De uma vida colorida
sem cor
Talvez outrora

Anjo sem asas
porque voas
Com a doçura do teu beijo
me abençoas

Um dia esqueço-te
mas hoje ainda te quero mais
Tuas saudades
iluminam meu dia
Na tua boca fria
Minha alma virada do avesso
com teu nome
Cada beijo que te peço
sinto alegria
Basta um toque
para ver se acordo
Com mensagem tua
se não me ligas
Não durmo
na minha caminha
Talvez pense em ti
todo o dia
Basta um toque
Amor tu tens fogo
que arde em minha pele
Que sofre de agonias
tem lágrimas que percorrem as minhas pernas
Talvez seja pintura de aguarela
tela
Tens a inocência
com o teu cheiro de menino/a
Tu és um anjo sem asas na minha vida

Tudo me encanta
tudo me fascina
O silencio da noite
e do dia

quinta-feira, janeiro 09, 2014

Eu quero mais do que momentos
conteúdos
Quero-te na minha vida
partilhar meu mundo
Ser simpática todos os dias
quero-te de uma maneira
Que não é minha
talvez relativa
Quero acordar com os teus beijos doces
na minha boca quentinha
Quero que sejas minha alegria
minha vida
É tudo o que quero
nesta vida

Acordo com o coração na boca
digo teu nome
Porque tu me deixas louca
a mim e meio mundo
Poças só pensas em férias
já te deste conta que fico com saudades
De não te ver todos os dias
hoje enquanto dormia
A minha alma não era minha
talvez sentimento desfeito
Eu quero tudo o que tenho direito
até a sinfonia
Quero os teus dedos a percorrem-me a espinha
encontrar-me dentro do teu peito
Cruzar meu coração com a tua alma
afastar toda esta minha agonia
Muitas vezes acordo durante a noite
digo teu nome ao mundo
E adormeço a sorrir
será amor
Amizade
ou apenas respeito
De te ter ao pé de mim
durante todos estes dias



O meu amor
para ser feliz não tem vida
Porque renasce a cada dia
Em algum lugar
penso em ti
O que será de mim
me perco nas expectativas 
Esta tarde
pois não me conheces
O que preciso para te conhecer assim
sou transparente
Não me deito tarde
sem começo
Nem fim
não me lembro de nada
O mundo é adorável para mim
onde quer que vá
A sorrir passo a vida
chorar
Vi o meu amor perdido
num beco lá atrás
Fim da tarde com chuva
com saudade do teu corpo
Passo a vida chorando de amor
sem luz
Sem mais nada
da janela do meu quarto vejo-te
Pouco a pouco
surgi,
A sorrir
sei que não existo sem ti
O mundo e o povo
me quer
Mas tu nem olhas para mim
talvez falta de inventário
Um dia quem sabe falo a verdade
eterno é o meu amor
Pássaro triste
sem corpo enfraquecido
Digo-te 
falo-te de palavras
Que não podem ficar
ai se tu soubesses
Não me enganavas com esse teu beijo doce
pouco a pouco


Teu ciúme 
me queimou o peito
Que jurou
e mentiu
Correm boatos de gritos
não há ninguém que te vale
Neste alarido
teu corpo puxa paixão
E eu apenas quero um copo de vinho
pouco a pouco meu amor regressou
Para ser feliz
Pela janela do meu quarto
fico impaciente
À espera do teu beijo de amor
porque sou mulher
Nesta tua dor
um dia dispo-me calmamente
Te olhando
e comendo
Como quem sofre de amor
pela janela do meu quarto
Fico-me lembrando
do tempo em que via o teu carro
E agora nada vejo
porque perdi teu amor
Na invenção do amor
ficou provado que não passas sem mim
Sem as minhas palavras
sem os meus rebuçados
Já devia ter calculado
teus olhos sorriem de novo
Cantando com vaidade
entre becos
E saídas

Mãos dolo-ridas
cansadas
Quentes
impacientes
Doentes
de ciúme
Traição
história singela
Nesta vida
teus beijos 
Sinto-os longe
como aguarela
sinto-os sem cor

Triste é
não te ver
Quando quero
ontem enquanto andava
Via tuas mensagens no meu telemóvel
ouvia a tua voz
Dentro da minha cabeça 
apenas cheia de poemas
Voz que me inspira
que chora
E me encanta
voz de menino/a
Triste é
não te ver quando quero

quarta-feira, janeiro 08, 2014

Abraça-me como veludo
desliza as mãos do teu corpo
No meu
entre o tórax
E os rins
reflicto
Será desejo
não, eu apenas quero-me divertir
Com ou sem ti
quero que seja perfeito
Abraça-me a mim

Talvez não tenha lutado
ou amado o suficiente
Mas prefiro-te dizer a verdade
quando pensei ter-te
Fugiste-me entre os dedos
um dia disseste que se pode amar e não gostar
E gostar e não amar
é pena porque eu amo-te e gosto
Mas isto fica apenas nos meus livros
sabes o que foi o melhor de 2012
Ter-te conhecido
e perdido
Sabes não me enganei quando o disse
espero que sejas feliz
Com ou sem princesa
é tudo o quanto sei
Desculpa ter-te conhecido



É irrisório
ter sonhado contigo
Nunca te falei de amor
um amor vadio
Um dia perguntaste-me como poderia amar alguém
não conhecendo a pessoa
Vai-se amando
nos pequenos pormenores
No dia a dia
nas coisas loucas
Dizes que sou demente
e doída
Talvez por te amar de verdade



Depende de ti
o que possa escrever aqui
Vejo-te a uma segunda
terça
Quarta
quinta
E sexta
mas não te vejo sábado
E domingo
é irrisório
Ter sonhado contigo
porque casaste

A minha herança
é o meu amor
O que procuras tu?
uma vida faustosa
Uma vida sem amor
sou cheia de incertezas
Mas gosto de ser quem sou

Na minha alma
a malta da minha escola
É surda
a minha saudade machuca
Vidinha boa
de amor quase perfeito
Encho o peito de ar frio
e converso 
Com gente nova
na minha alma
Nada é velho
apenas eterno
Na insanidade de ser amada
cérebros
Ilusões não me dizem nada
talvez forma do coração
Vivo em pedaços
no meu corpo sentido

Eu sou eu
cheia de incertezas
De calos
mas tenho respeito
Pela vida
sou feliz
Com ou sem ti
quando estou triste choro
Porque só tenho amor
eu sou eu
Grito
oiço teus gritos
Na minha alma branca
não posso querer mais
Eu sou eu
Sobe fome da escuridão
eu te amo desde então
Neste meu pequeno amor
pois a minha paixão é acesa
Haverá loucura maior
que este amor?
Insanidade menor da fome do teu corpo ainda




Vindinha de sonho
ter um T2
Em Lisboa
a minha saudade 
Machuca porque é surda
o que procuras tu?
Meu amor
amizade louca


Por mais que te amo
estou atenta
Eu te envio
meu sentimento em branco
No meio deste amor pequeno


terça-feira, janeiro 07, 2014

Se tu me chamas
trata-me por amor
Se não, não sei se vou
talvez te perdoo
Com beijo apaixonado
decifra-me se fores capaz


Se tu me chamas
não sei se vou
Vou para onde
me levar o teu amor
Sem apelo
sem gritos
Odores
Vou cheirando teu perfume
no teu corpo
Eu sei que vou
se tu me chamares de novo

Porque sou sou
um tecto perfeito
Uma janela no teu quarto
um cobertor
Acredito a quem eu amo
não me quer na realidade
Será que o mundo me deixa viver
Porque sou sou
eu, com coração vagabundo
Em busca de felicidade
Acredito nos teus olhos
no teu sorriso seco
Não quero acreditar nos fracos
e loucos
Fiz tantas escolhas
amo a intensidade dos meus poemas
Eternos e perfeitos
sou como fragmento
Pedaços de um corpo
cada um tem a sua felicidade
Mesmo que viva pouco
A emoção não é só pelo toque
mas sim 
Pelo que nos faz amar por dentro
eu amo-te
E quero ser amada
pois acredito nos sonhos
Eu sou uma incógnita
revelação
Mas não sou a perfeição
não namoro
Sou metade
lágrima de teu corpo
Sou epifania
que te encanta
Um verdadeiro sonho



Com olhar amoroso
rendemos-nos ao amor
A vida tem sabor a novo
tão diferente
Espera tem odores
que falam de amores
E de um povo
eu te adoro
Com aquele abraço baixo
que me reanima
E me dá forças
e alegria


Se as minhas palavras falassem
diria que te amo de verdade
Em vez disso debaixo destas me escondo
o que pensará o mundo
Que não te amo
e é tudo treta
Ai que frio está 
tiras-me da cama
Abre os olhos
apetece chocolate com avelã
Teu sorriso me cobre

Amo teus olhos
sorriso
Teu corpo ardente
a tua integridade
O teu segredo
dentro e fora de mim
O que tu sabes de mim, pouco!